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Divulgação dos Resultados do Inquérito à Carteira de Investimentos 2008
O “Inquérito à Carteira de Investimentos” tem por objectivo conhecer o valor de mercado dos investimentos detidos quer pelos residentes, quer pelas entidades da RAEM, em títulos emitidos por entidades não residentes independentes e a distribuição geográfica do investimento. Tal como no ano transacto colaboraram conjuntamente, no “Inquérito à Carteira de Investimentos”, a Autoridade Monetária de Macau (AMCM) e a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC). De seguida divulgamos, resumidamente, os resultados do inquérito: O valor total de mercado dos investimentos de carteira pelos residentes de Macau na Ásia, Europa e América caiu significativamente devido ao impacto do tsunami financeiro no segundo semestre de 2008. Em 31 de Dezembro de 2008, os investimentos dos residentes de Macau (incluindo os indivíduos, o governo e outras pessoas colectivas, mas excluindo o fundo de reserva cambial da Região Administrativa Especial de Macau), calculados a preços de mercado naquela data, em títulos emitidos por entidades não residentes independentes registaram o valor de 81,7 mil milhões de patacas, representando um diminuição de 19,2%, ou seja, de 19,5 mil milhões de patacas, em relação à mesma data de 2007. Esta é a primeira queda registada desde a execução do presente inquérito em 2002. Os investimentos em acções, obrigações a longo prazo e obrigações a curto prazo foram de 30,6; 43,3 e 7,8 mil milhões de patacas, respectivamente. Em comparação com o ano anterior, os investimentos em acções e obrigações a longo prazo caíram 35,3% e 8,2%, respectivamente, enquanto que, as obrigações a curto prazo subiram 16,1%. Segundo a classificação por países ou territórios, o valor do investimento aplicado no mercado de títulos emitidos por entidades em Hong Kong ocupou o maior peso, com 16,4% do total. O investimento restante foi principalmente canalizado para títulos emitidos por entidades no interior da China (14,0%), Estados Unidos da América (11,0%), Reino Unido (8,0%), Países Baixos (6,8%), Austrália (6,3%) e Alemanha (5,0%). O valor investido no mercado de títulos emitidos por entidades em Hong Kong foi de 13,4 mil milhões de patacas, o que traduz uma diminuição de 23,9%, ou seja, de 4,2 mil milhões de patacas face ao período homólogo de 2007. O valor de mercado do investimento em títulos representativos de capital, obrigações a longo prazo e obrigações a curto prazo foi de 7,0; 5,4 e 1,0 mil milhões de patacas, respectivamente, equivalendo a 23,0%; 12,5% e 12,5% do valor total nas respectivas categorias. Por seu turno, o investimento aplicado em títulos emitidos por entidades no interior da China (incluindo os títulos que estavam listados em bolsas sitas no exterior do interior da China) baixou 24,0% em relação a 2007 e o peso na carteira de investimentos detidos pelos residentes de Macau desceu ligeiramente 0,9 pontos percentuais, representando 14,0% do total no fim de 2008. O valor total de mercado atingiu 11,5 mil milhões de patacas no fim de 2008. Apesar do valor de mercado do investimento em capital ter diminuído de 30,0% para 9.5 mil milhões de patacas em relação ao ano anterior, a sua quota no valor total de títulos continua a ser a maior equivalendo a 31,0%. A quota de investimento em títulos europeus subiu 2,9 pontos percentuais, representando um peso de 33,2%. Mas o valor total de mercado diminuiu 11,6%, uma vez que o câmbio das principais moedas europeias, particularmente da libra esterlina, desceu significativamente contra o dólar americano no período em análise. O Reino Unido continuou a contabilizar a maior quota de investimento entre os países europeus cifrando-se o seu valor de mercado investido em títulos ingleses em 6,5 mil milhões de patacas, que traduzem uma queda de 17,6%, em relação a 2007. Os investimentos dos residentes de Macau em títulos emitidos por entidades nos Países Baixos, Alemanha e França subiram. Embora a quota de investimento em títulos americanos tenha aumentado ligeiramente 0,4 pontos percentuais face ao ano anterior, o valor total de mercado diminuiu 16,0%, com 9,0 mil milhões de patacas. No fim de 2008, os valores de mercado das obrigações a longo prazo eram de 7,4 mil milhões de patacas, contabilizando a maior quota na respectiva categoria do investimento em carteira dos residentes de Macau no estrangeiro. Por um lado, o valor da carteira de investimentos dos residentes de Macau na América Latina caiu bruscamente 40,5% no fim de 2008, devido principalmente à diminuição significativa de 54,3% na carteira de investimento das Ilhas Caimão. Por outro lado, o valor de mercado do investimento em títulos australianos subiu ligeiramente 1,6% comparativamente com o ano de 2007, traduzindo a descida da quota de títulos da carteira de investimentos totais da Oceânia, de 5,0% no fim de 2007 para 6,4% no fim de 2008.
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Índice de Preços no Consumidor (IPC) referente a Julho de 2009
A tendência ascendente do Índice de Preços no Consumidor geral de Julho de 2009 (126,02) continuou a retrair-se, registando um ligeiro aumento de 0,19% em relação a Julho de 2008. Verificaram-se incrementos no índice de preços das secções vestuário e calçado (6,67%), produtos e serviços diversos (5,17%), e produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (3,22%). Assinalou-se um acréscimo homólogo no índice da secção bebidas alcoólicas e tabaco (13,86%), devido à subida do imposto de consumo sobre o tabaco, informam os Serviços de Estatística e Censos. Os grupos nas secções vestuário e calçado e produtos e serviços diversos observaram-se crescimentos notórios, no vestuário de criança e bebé (11,29%), no vestuário de homens (7,70%) e nos artigos de viagem (18,07%). As elevações mais significativas ocorreram nos preços do peixe fresco (18,85%) e da fruta (8,17%), que pertencem à secção produtos alimentares e bebidas não alcoólicas. Por seu turno, o índice da secção transportes diminuiu 10,70% face ao mês homólogo de 2008, graças à queda dos preços da gasolina. O IPC-A de Julho de 2009 desceu 0,13% em relação ao do mês idêntico do ano anterior, atingindo o nível de 127,74 e o IPC-B foi de 125,47, com uma variação homóloga de 0,28%. No mês em análise, o IPC-geral desceu 0,07%, face a Junho de 2009. Destaca-se o decréscimo do índice dos preços da secção vestuário e calçado (-3,55%), que foi provocado pela redução de preços de vestuário, em parte compensado pelo incremento dos índices de preços das secções produtos e serviços diversos (+0,42%), e recreação e cultura (+0,41%). No que respeita ao IPC-A e IPC-B, registaram-se variações que foram ambas idênticas a -0,10% quando comparadas com as de Junho de 2009. Nos primeiros sete meses do corrente ano, o índice médio do IPC-geral aumentou 2,20%, face ao período homólogo de 2008. O IPC-geral médio dos 12 meses terminados no mês de referência, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores, cresceu 4,56%. O IPC-geral permite conhecer a influência da variação de preços na generalidade da população de Macau. O IPC-A reflecte a evolução de preços para 49% das famílias residentes, cuja despesa mensal está compreendida entre 3.000 e 9.999 Patacas e o IPC-B representa o mesmo indicador para 31% das famílias residentes, cuja despesa mensal varia entre 10.000 e 19.999 Patacas.
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Vai revelar o Relatório Conclusivo do Planeamento Urbano da Vila de Coloane, e pretende resolver as habitações locais por modo de concessão de terreno.
No dia 14 do mês corrente, no intuito de trocar opinião e dialogar sobre o planeamento da Vila de Coloane, o Secretário para os Transportes e Obras Públicas, Eng. Lau Si Io, convocou um encontro que estão presentes, o Dr. Leong Heng Teng, que é deputado da Assembleia Legislativa e presidente da União Geral das Associações dos Moradores de Macau e os representantes do Grupo de atenção aos assuntos de habitação nas Ilhas. Durante o encontro, o Eng. Lau Si Io salientou que, após uma ampla auscultação de opinião pública e avaliando a situação concreta de urbanização, o Relatório Conclusivo do Planeamento Urbano da Vila de Coloane vai ser publicada em breve. Pela concretização do Plano, irá criar mais espaços para alargar a exploração de comércio, promover as actividades turísticas e a optimização paisagística. Além disso, vai também criar condições favoráveis para resolver o problema das habitações dentro da Vila de Coloane. Entretanto, para resolução destes problemas, o Governo irá observar o princípio de “começar por mais simples e deixar os complexos no fim”. Numa fase preliminar, pretendemos resolver os terrenos com habitações existentes antes da Transição mediante o regime de concessão por arrendamento. Em resposta, o Dr. Leong Heng Teng e os representantes presentes manifestaram as suas concordâncias enquanto à tomada da iniciativa do Governo em resolver os problemas dos moradores locais e reiteraram as suas posições quanto ao limite das alturas dos edifícios dentro da zona de preservação. Desde a implementação da RAEM, o Governo esforçava com entusiasmo os trabalhos de planeamento urbano, fazendo o desenvolvimento social cuide a necessidade de protecção do ambiente, no sentido de elevar a imagem e fama da cidade perante comunidade internacional, com vista de modelar Macau numa cidade agradável de habitar e centro de lazer para os visitantes. As vilas de Taipa e de Coloane são zonas fulcrais deste programa. Para este efeito, o Governo promoveu vários planos que visam os interesses de protecção do ambiente e do desenvolvimento dos bairros antigos. Planos que mereceram o apoio da população local, com entusiasmo reflectido nas actividades de auscultação, com que obteve bons resultados devido à participação pública e pelo bom aproveitamento dos mecanismos de diálogo e interacção entre Governo, associações comunitárias e a população local. O encontro acima referido, apesar de marcou a presença do Senhor Secretário para os Transportes o Obras Públicas, estão também presentes, a Dra. Francisca Vong Iok Ip, Dr. Leong Sio Fong, ambos assessores do GSOPT, Dra. Chan Pou Ha, subdirectora da DSSOPT, Eng. Lao Iong, chefe do Dep. Plan. Urbanístico da DSSOPT, o Dr. Leong Heng Teng, deputado e presidente da UGAMM Dra. Ho Kam Há, que é vice-presidente da UGAMM e coordenadora da Secretaria da UGAMM na Taipa, e membros do Grupo de Atenção aos Assuntos de Habitações das Ilhas, Sam Iok Ha, Sou Chat Kan, Yeong Keng Hoi, Cheong Ying e outros. Durante o encontro, os participantes dialogaram e trocaram as suas opiniões sobre o plano urbano das Vilas de Taipa e de Coloane. Vai revelar o Relatório Conclusivo do Planeamento Urbano da Vila de Coloane.
O Eng. Lau Si Io manifestou os seus agradecimentos à cooperação positiva dos moradores das Ilhas, do apoio dos Serviços de assuntos culturais, das associações comunitárias, das especialistas e dos peritos. Com ajuda das entidades mencionadas, o Governo conseguiu evoluir atempadamente os trabalhos de auscultação, elaborar novos planos urbanos, que irá mais tarde revelar os detalhes ao conhecimento público.
Ele sublinhou ainda que, a Ilha de Coloane é uma zona agradável, com características próprias e enchido com ar de lazer, estas qualidades são úteis para promover actividades turísticas. O Governo focava sempre a sua atenção em como manter o desenvolvimento sustentável da Ilha e como assegurar a qualidade de vida da população local, nomeadamente os problemas de habitação dos moradores existentes antes da Transição. O estudo do plano urbano da Vila de Coloane deu início no 2.º Semestre do ano 2008, que auscultou e recolheu opinião através da realização de inquéritos, parecer, secção de esclarecimento e palestras. Em geral, a maioria das opiniões ouvidas tende para o sentido de revitalização da zona, que ao mesmo tempo assegura o desenvolvimento e a protecção do ambiente. Em balanço dos interesses, o Governo optimizou o Plano com apoio dos serviços de assuntos culturais e dos serviços de Bombeiros. Sob égide de proceder sob vigilância da lei, de obediência ao planeamento urbano e seja adequado à situação concreta, através da revitalização dos bairros antigos, elevar o valor destes bairros, criando espaço de desenvolvimento e resolver o problema de habitação que prejudicava desde então os moradores da Vila. Os moradores saúdam a decisão do Governo em resolver os problemas de habitação.
O Eng. Lau Si Io revelou que, após análise e consulta da opinião jurídica, o Governo pensa em possibilidade de tratar a residência dos moradores mediante o modo de contrato de arrendamento, cujo prazo de concessão não pode exceder 25 anos. Esta medida vai abranger as parcelas incluídas no Plano Urbano da Vila de Coloane, e como destinatário, os moradores que residem na Vila antes da Transição, excluindo as empresas e as associações.
O Dr. Leong Heng Teng e os representantes concordam o Governo manter as características da Vila e evoluir os trabalhos de resolução dos problemas das habitações da Vila, e estão satisfeitos por o Governo tem optado a decisão da revitalização da zona e iniciativa em resolver o problema de habitação dos moradores existentes antes da Transição. Opinião dos moradores sobre o limite da altura máxima dos edifícios dentro da zona de preservação.
Os representantes manifestaram as suas reservas enquanto a consagração do limite da altura máxima dos edifícios dentro da zona de preservação. Porque durante a fase de auscultação, os moradores lançaram o desejo de o Governo e os Serviços de assuntos culturais possam considerar as suas opiniões. Resolver os problemas de habitação à luz do princípio de “acudir o que é urgente e começar pelo mais simples”.
O Eng. Lau Si Io entoou que, o Plano Urbano de Coloane é fruto da ampla auscultação e colaboração entre moradores, serviços de assuntos culturais, especialistas, peritos e das demais partes. Ao mesmo tempo de equilibrar o desenvolvimento e a protecção do ambiente, procuramos a satisfação das necessidades da população, criar condições para aumentar a altura dos edifícios, fazendo os atingir uma dimensão adequada ao padrão da utilização comercial, com que pode melhorar o ambiente de comércio e revitalizar a zona. A resolução dos problemas precisava sempre de estabelecer em primeiro a ordem dos trabalhos, tendo isto, iremos resolver os problemas um por um, observando o princípio de “acudir o mais urgente e começar pelo mais simples”. Portanto, desejamos que os moradores de Coloane compreendem a intenção do Governo e nos concede os seus apoios.
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DST e Air Macau realizam promoção conjunta em Chengdu
A Direcção dos Serviços de Turismo (DST) e a Air Macau realizaram hoje em Chengdu uma promoção conjunta de Macau, para divulgar as novidades da oferta turística da cidade, numa altura em que a companhia aérea se prepara para aumentar a frequência dos voos para a capital provincial de Sichuan. O responsável pelo Sector de Turismo da Delegação da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) em Pequim, William Wong, representantes da Air Macau e operadores turísticos de Macau realizaram hoje um seminário de promoção turística, sob o tema “Sentir Macau”, que contou com a presença de cerca de 200 representantes de agências de viagem e imprensa de Chengdu e regiões vizinhas, e vários convidados. Entre os convidados, participaram no evento o vice-director do Departamento de Chengdu da Frente Unida de Trabalho do Partido Comunista Chinês, Zhong Jialin, o vice-director da Administração do Turismo de Sichuan, Miao Yuyan, a par com representantes da Autoridade Portuária, Administração do Turismo de Chengdu, entre outros. Durante o seminário, os oradores de Macau apresentaram os últimos desenvolvimentos da indústria turística da RAEM e a oferta da cidade enquanto destino de turismo de lazer e negócios. Seguiu-se uma bolsa de contactos entre operadores turísticos dos dois lados. A Air Macau, que opera a rota Macau-Chengdu desde 2008 com três voos por semana, vai aumentar a partir do próximo mês a frequência dos voos para seis ligações semanais, e no dia 25 de Outubro os voos passam a ser diários. Para atrair mais visitantes de Sichuan a visitar Macau, a Air Macau lançou várias ofertas especiais: meio dia de passeios pelo Património Mundial de Macau, passeios de compras e bilhetes de férias para família. Em sintonia com o calendário de eventos de Macau na segunda metade do ano, a Air Macau apresentou ainda: pacotes para o fogo de artifício, turismo de música em Outubro, corridas de carros em Novembro e festividades pelo 10o aniversário da RAEM em Dezembro. Por outro lado, a Air Macau, em conjunto com o Aeroporto Internacional de Macau, está a promover um serviço para facilitar o acesso entre Hong Kong e Macau.
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Confirmados mais 16 casos em Macau Mantém-se a situação da doente em estado crítico
O alerta da pandemia de gripe mantém-se no nível 6 pela Organização Mundial de Saúde, sendo a sua gravidade moderada. Actualmente, o nível de alerta de Macau é 6 (cor azul), sendo o risco de transmissão moderado. Até ao presente momento, registaram-se cumulativamente 520 casos de Gripe A (H1N1). Entre 19 e 20 de Agosto à tarde, os Serviços de Saúde registaram 16 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 10 do sexo feminino e 6 do sexo masculino, com idades variando entre os 9 meses e os 54 anos de idade. Até ao momento, mais dois alunos e um trabalhador foram diagnosticados definitivamente no Campo de Líder do Programa “Águia em Voo” – Águia Nova (Nível 2) das Actividades de Férias 2009, entre os 54 alunos participantes nesta actividade, 24 foram confirmados. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar o estado de saúde dos doentes em causa e dos indivíduos com contacto próximo. A par disso, a doente em estado crítico, com 40 anos de idade, que foi internada no dia 18, ainda está a ser tratada na Unidade de Cuidados Intensivos do Centro Hospitalar Conde de São Januário, não se tendo agravado temporariamente a situação, de acordo com a observação dos outros sinais vitais. No entanto, a doente ainda está inconsciente, com insuficiência respiratória, continuando a ser ventilada. Do dia 19 até à tarde do dia 20 de Agosto, mais 4 doentes iveram alta após terem sido submetidos a tratamento, estando ainda 16 doentes a ser submetidos a tratamento hospitalizado, sendo grave o estado de uma doente, a qual se mantém ventilado. O estado de saúde de todos os outros doentes é satisfatório e estável. Até à tarde do dia 20, registaram-se cumulativamente 208 doentes hospitalizados, dos quais 192 tiveram alta. (Linha aberta 24 horas do Centro de Coordenação da Gripe: 28700800, Fax: 28700863)
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Cerimónia da tomada de Posse de Chefe da Divisão de Relações Públicas e Imprensa do Estabelecimento Prisional de Macau
Realizou-se na tarde do dia 20, no EPM, a tomada de posse de Vong Ka Nun para o cargo de Chefe da Divisão de Relações Públicas e Imprensa, cerimónia presidida pelo Director Lee Kam Cheong A par do desenvolvimento contínuo da Região Administrativa Especial de Macau e no sentido de reforçar a comunicação e optimizar os serviços, de forma sistemática, dando resposta ao conceito de “servir o público”, foi criada a Divisão de Relações Públicas e Imprensa no EPM. Compete à DRPI, acolher as queixas do público e responder às informações dos órgãos de comunicação social e do público; elaborar notas de imprensa e acompanhar a sua divulgação; organizar as acções internas e externas de divulgação da Instituição, da imagem dos guardas prisionais e do apoio à reinserção social dos reclusos; implementar e executar os trabalhos referentes ao serviço de relações públicas, nomeadamente, receber as visitas de entidades públicas ou privadas ao EPM, acolher os representantes consulares ou diplomáticos competentes e coordenar a ligação com os cidadãos, órgãos de comunicação social, vários sectores da sociedade e as instituições penitenciárias de diversas regiões. A Chefe de Divisão, Vong Ka Nun, licenciada em Curso de Ciências Sociais em Administração Pública em 1995 e licenciada em Curso de Direito (em língua chinesa) em 2007, ambos na Universidade de Macau, actualmente, a frequentar o Curso de Mestrado em administração pública da RAEM, organizado pelos SAFP, tem vindo a exercer funções no EPM, desde 2002, responsabilizando-se pelos trabalhos de relações externas ao EPM, relações públicas e tratamento dos assuntos de imprensa. Em Março de 2006, foi nomeada chefia funcional do Grupo de Relações Públicas. Durante o exercício de funções na Administação, frequentou também vários cursos de formação profissional, entre os quais se destacam: Curso de Práticas sobre Funções Consulares, Curso de Estratégias de Apresentação das Políticas Públicas, Programa de Desenvolvimento das Técnicas de Gestão, Curso de Organização e Coordenação de Convenções e Exposições e o Curso de Formação de Protocolo Diplomático.
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Nova revisão do projecto do Regime Jurídico de Reordenamento de Bairros Antigos Aceleração dos trabalhos de elaboração dos regulamentos administrativos complementares
O Presidente do Conselho Consultivo para o Reordenamento dos Bairros Antigos de Macau, Eng.º Lau Si Io, referiu que os serviços de assuntos de justiça apresentaram várias opiniões e sugestões em matéria legislativa sobre o projecto do Regime Jurídico de Reordenamento de Bairros Antigos, tendo entrado em fase de produção legislativa no fim do ano passado, pelo que o Grupo de Trabalho Interdepartamental do Governo está a proceder continuamente à revisão do mesmo conforme as respectivas opiniões e sugestões apresentadas. Dado que o projecto de lei é complementado por uma série de regulamentos administrativos, sendo assim, o trabalho de elaboração de regulamentos administrativos será também dado início à segunda revisão do projecto de lei. A Administração está a acelerar o trabalho de elaboração da legislação e dos diplomas legais, estando prevista a entrega a este Conselho no terceiro ou quatro trimestre para debate pormenorizado. Na 2.ª Sessão Ordinária do CCRBAM de 2009 realizada hoje, foi referido pelo Eng.º Lau Si Io que o Grupo de Trabalho Interdepartamental do Governo nunca irá parar os respectivos trabalhos do projecto do Regime Jurídico de Reordenamento de Bairros Antigos, quer a revisão do projecto de lei, quer a elaboração dos regulamentos administrativos complementares, e que está a acelerar os trabalhos conforme o calendário previamente estabelecido pelo CCRBAM. O Eng.º Lau Si Io sublinha ainda que para além dos trabalhos de elaboração da legislação e diplomas legais, veio também o CCRBAM impulsionar os trabalhos de consulta e de divulgação ao longo dos tempos, nomeadamente foram realizadas nos primeiro e segundo trimestres do corrente ano várias sessões de consulta “Ponto a Ponto e Frente a Frente”, em modo a ouvir as opiniões e sugestões das camadas sociais mais desfavorecidas e das associações de serviço social, pelo que as respectivas sessões de consulta terão ainda continuidade no futuro. Ao mesmo tempo, o CCRBAM irá lançar os trabalhos de divulgação e investigação no terceiro e quatro trimestre deste ano, incluindo a promoção nas escolas, assim como a adjudicação aos estabelecimentos de ensino superior para a realização de estudo e investigação sobre os bairros antigos, no sentido de obter os dados e melhor conhecer as necessidades de residentes quanto ao reordenamento dos bairros antigos. Este trabalho de estudo e investigação dos bairros antigos terá por base o “Inquérito por Questionário sobre a Situação Actual dos Residentes no Bairro Iao Hon” realizado em 2007por este Conselho, e que teve por objectivo criar gradualmente uma base de dados dos bairros antigos, criando assim uma base de decisão científica do trabalho de reordenamento dos bairros antigos. O Eng.º Lau Si Io salienta que o reordenamento dos bairros antigos não só contempla o modelo de reconstrução, ou seja, na promoção da produção legislativa do projecto do Regime Jurídico de Reordenamento de Bairros Antigos, também se promove o trabalho de reordenamento dos bairros antigos através de vários métodos, nomeadamente, o Instituto de Habitação já promoveu o “Plano de Crédito sem Juros para Reparação de Edifícios”, “Plano de Apoio Financeiro para Reparação Predial” e “Plano Provisório de Apoio Financeiro para Reparação das Instalações Comuns de Edifícios Baixos” etc., no sentido de apoiar os condomínios dos bairros antigos a repararem as suas propriedades. Quanto ao Grupo de Trabalho Interdepartamental do Governo para o Embelezamento das Vias, também estava a iniciar o trabalho de embelezamento das ruas com passo a passo, e os trabalhos relacionados ao reordenamento dos bairros antigos desde o início nunca param ao longo do tempo. O Eng.º Lau Si Io aponta ainda que a Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes realizou no corrente ano as consultas públicas sobre os planos de optimização e revitalização referentes às zonas de Coloane, da Taipa, da Ilha Verde e das imediações da Avenida do Conselheiro Ferreira de Almeida, pelo que é um dos trabalhos de reordenamento dos bairros antigos promovidos pela Administração. Na reunião, o Chefe do Departamento de Planeamento Urbanístico da DSSOPT, o Arqto. Lao Iong, apresentou aos membros do CCRBAM o “Plano sobre a Proposta Pormenorizada da Vila de Coloane”, conclui a “Consulta Pública - Plano Conceptual sobre a Optimização da Vila de Taipa 2009”, introduza e analisa o “Plano de Ordenamento Urbanístico da Ilha Verde” e o “Plano de Reordenamento das Imediações da Avenida do Conselheiro Ferreira de Almeida 2009”. Os membros também ouviram o “Planeamento com a participação dos cidadãos referente à série de estudo de modificação dos espaços das vias da zona de San Kio” realizado no mês passado pela sociedade civil de planeamento urbanístico. O Eng.º Lau Si Io referiu ainda na reunião que a Administração sempre procurou impulsionar a participação dos moradores no planeamento dos bairros sociais através de diversos métodos e formas, a fim de se conhecer em absoluto as necessidades dos moradores, especificamente em termos de reordenamento dos bairros antigos.
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Resultados do Inquérito do Volume de Negócios ao Comércio a Retalho referente ao 2º Trimestre de 2009
O volume de negócios dos estabelecimentos do comércio a retalho no Território, referente ao 2º trimestre de 2009, atingiu o montante de 5,13 mil milhões de Patacas. Em termos de volume de negócios realizado no período em referência destacaram-se: relógios e artigos de ourivesaria (21% do total) que atingiram 1,08 mil milhões de Patacas; mercadorias de armazéns e quinquilharias (14%); mercadorias de supermercados (9%); vestuário para adultos (9%); automóveis (7%); combustíveis para veículos a motor (3%); produtos cosméticos e de higiene (3%); combustíveis para uso doméstico (3%); artigos de comunicação (3%) e mercadorias de farmácia (3%), informam os Serviços de Estatística e Censos. O montante do volume de negócios no segundo trimestre de 2009 subiu 11%, em relação ao idêntico trimestre de 2008, que se cifrou em 4,63 mil milhões de Patacas. Os acréscimos mais significativos do volume de negócios ocorreram nas vendas de mercadorias de armazéns e quinquilharias (+34%) e relógios e artigos de ourivesaria (+22%). Em contrapartida, o volume de vendas dos combustíveis para veículos a motor, automóveis e dos combustíveis para uso doméstico baixou 24%, 19% e 18%, respectivamente. Por seu turno, no trimestre em análise o volume de negócios aumentou 3%, face ao primeiro trimestre de 2009, cujo montante foi de 4,98 mil milhões de Patacas. No 1º semestre deste ano, o volume de negócios atingiu 10,10 mil milhões de Patacas, crescendo 10%, em comparação com o mesmo período de 2008. Verificou-se que, no trimestre de referência, cerca de 65% das opiniões dos responsáveis pelos estabelecimentos do comércio a retalho assinalaram diminuições do volume de vendas comparativamente ao 1º trimestre de 2009, representando um decréscimo de 1 ponto percentual. Por seu turno, 35% foram de opinião de que o volume de vendas se manteve ou aumentou. Ainda no trimestre em causa, 36% dos estabelecimentos diminuíram os preços de venda das suas mercadorias, ao passo que 54% os mantiveram e 10% os expandiram. No 2º trimestre do corrente ano, cerca de 64% dos estabelecimentos apresentaram um nível de existências normal em relação ao trimestre homólogo de 2008, enquanto que 25% dos estabelecimentos indicaram que o nível de existências foi baixo. Cerca de 53% e 80% responsáveis pelos estabelecimentos do comércio a retalho, previram vir a obter no 3º trimestre de 2009, aumentos e estabilizações no volume de vendas e nos preços de venda, respectivamente, face ao trimestre precedente. Por seu turno, 47% e 20% responsáveis pelos estabelecimentos do comércio a retalho previram alcançar no 3º trimestre do corrente ano diminuições no volume de vendas e nos preços de venda, respectivamente, em comparação com o 2º trimestre.
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Resultados do Inquérito ao Emprego referente ao 2º Trimestre de 2009
A Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) disponibiliza informação resumida relativa à situação do emprego em Macau no 2º trimestre de 2009. Os principais indicadores, como as taxas de actividade (72,6%) e desemprego (3,6%), já foram divulgados em Julho. Durante o 2º trimestre de 2009 a população activa totalizou 333 milhares de pessoas, das quais 321 milhares estavam empregadas. Quanto aos ramos de actividades económicas, a maioria da população empregada dedicava-se a actividades culturais e recreativas, lotarias e outros serviços (24,1%); seguida pela que se encontrava nos hotéis, restaurantes e similares (13,6%). Em termos de ocupações profissionais, a maioria da população empregada eram “empregados administrativos” (incluindo os “croupiers”, fiscais de bancas e operadores de serviços de apostas, etc.) e “pessoal dos serviços, vendedores e trabalhadores similares”, que representavam 24,9% e 23,3%, respectivamente. A mediana do rendimento mensal da população empregada global cifrou-se nas 8.500 Patacas neste trimestre, caindo ligeiramente 1,2%. A mediana do rendimento mensal dos residentes empregados situou-se nas 10.000 Patacas, nível idêntico ao do trimestre anterior. No trimestre em análise, a população subempregada foi de 6,0 milhares de indivíduos, dos quais: 72,5% dedicavam-se à construção e 13,9% ao sector dos transportes, armazenagem e comunicações. No 2º trimestre de 2009, a população desempregada foi de 12 milhares de pessoas, das quais 90,6% encontravam-se “à procura de novo emprego”, enquanto 9,4% eram pessoas desempregadas que se encontravam “à procura do primeiro emprego”. No que respeita aos níveis de escolaridade temos que, 40,8% das pessoas empregadas tinham habilitação até ao ensino primário inclusive; 27,9% o ensino secundário geral e 19,7% o ensino secundário complementar. Em termos de distribuição do emprego por ramo de actividade económica anterior, 23,9% dos desempregados que se encontravam “à procura de novo emprego” trabalhavam nas construção e 18,1% nas actividades culturais e recreativas, lotarias e outros serviços. Quanto à profissão anterior dos desempregados “à procura de novo emprego”, 29,7% era pessoal dos serviços, vendedores e trabalhadores similares, enquanto que 18,9% eram trabalhadores da produção industrial e artesãos.
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