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Notícias
Informação actualizada sobre a infecção por enterovírus
Até ao meio-dia do dia 21 de Maio, registou-se um total de 237 casos de infecção por enterovírus (doença de mãos, pés e boca e herpangina), mas não ocorreu nenhum caso de infecção colectiva por enterovírus. Os Serviços de Saúde receberam hoje a participação de mais 13 casos de enterovírus, perfazendo-se assim um total de 237 casos no corrente ano. Até ao presente, não se registaram casos graves ou casos com complicações. Actualmente, continua internada no Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) uma criança de 3 anos de idade com herpangina. O seu estado é estável, verificando-se que não foi um caso de infecção pelo EV71, de acordo com o resultado das análises. Não há doentes internados por infecção de enterovírus no Hospital Kiang Wu, nem no Hospital da Universidade de Ciência e Tecnologia. Dos casos colectivos já divulgados, verificou-se mais um caso de uma criança infectada no Jardim de Infância “D. José da Costa Nunes”, registando-se, até ao momento, 4 casos. Não ocorreram novos casos na Creche Pio XII, sita na Travessa do Colégio, na Creche “Tung Sin Tong II”, sita na Rua de Entre-Campos, na Creche da Escola Primária Oficial Luso-Chinesa “Sir Roberto Ho Tung”, nem na Escola Keang Peng, sita na Rua Francisco Xavier Pereira. Casos de infecção por enterovírus em Macau (até ao dia 21 de Maio de 2008) Casos de doença de mãos, pés e boca Casos confirmados com enterovírus EV71 Casos de infecção colectiva Casos graves Janeiro 18 0 2 (CoxA16) 0 Fevereiro 7 0 0 0 Março 1 0 0 0 Abril 24 0 0 0 Maio 187 27 4 (EV71) 2 (não confirmados) 0 Total 237 27 8 0 Infecção colectiva por enterovírus em Maio de 2008 Local Endereço Situação Medidas Creche “Tung Sin Tong II” Rua de Entre-Campos Confirmada por EV71 Suspensão contínua da creche Creche S. João NAPE Não ocorreram novos casos Retomada das aulas da turma suspensa a 20 de Maio Creche Pio XII Travessa do Colégio 14 crianças doentes pertencentes a três turmas; 6 crianças doentes pertencentes a três turmas confirmadas de estarem infectadas por EV71. Suspensão de duas turmas. Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia. Creche da Escola Primária Oficial Luso-Chinesa “Sir Roberto Ho Tung” Estrada da Vitória 5 crianças doentes pertencentes a três turmas confirmadas de estarem infectadas por EV71. Suspensão duma turma. Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia. Escola Keang Peng Rua Francisco Xavier Pereira 3 crianças doentes na mesma turma. Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia. Jardim de Infância “D. José da Costa Nunes” Avenida de Sidónio Pais 4 crianças doentes da mesma turma Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia.
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Governo promove desenvolvimento coordenado da indústria do Jogo com interesses sociais
O governo vai assumir um papel mais activo e preponderante em relação ao desenvolvimento da indústria do Jogo e as operadoras reconhecem as políticas do governo para o sector, disse hoje (21 de Maio) o secretário para a Economia e Finanças, Francis Tam. Francis Tam teve esta tarde um encontro com responsáveis das operadores de jogos de fortuna ou azar na Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) para troca de impressões e auscultação de opiniões sobre as preocupações do sector, as quais servirão de referência ao governo. O Secretário recordou que o Chefe do Executivo, no mês passado, durante a deslocação à Assembleia Legislativa para resposta às questões dos deputados, indicou algumas orientações para o desenvolvimento da indústria do jogo. Deste modo, as autoridades competentes vão concluir o mais breve possível os procedimentos administrativos para a constituição de um grupo de trabalho, para encontros periódicos e consultas regulares, como plataforma de diálogo com o sector e de informação de referência para o governo, adiantou. O mesmo responsável disse que durante a reunião foi possível entender que a comissão dos promotores e o número de mesas de jogo são, actualmente, os aspectos mais relevantes, anunciando que, depois de ouvidas as partes presentes no encontro, a definição do valor máximo de 1,25% para os promotores de jogo foi praticamente consensual, enquanto o número de mesas encontrou mais divergências. Assim, o governo vai avançar com a revisão da matéria em causa nesse sentido e, quando necessário, apresentar recomendações, sempre com base em consensos alcançados, afirmou. Francis Tam salientou que o governo está atento à questão recente da concorrência nas salas VIP e, como responsável pela gestão, vai garantir o desenvolvimento sustentável da indústria de jogo através de um funcionamento ordenado do respectivo mercado e ajustado às necessidades sociais. O Secretário lembrou que, volvidos mais de quatro anos sobre o início da liberalização do sector do jogo e entrada em funcionamento da primeira nova operadora, com as concessionárias ainda à procura do caminho e direcção certa para a exploração do mercado, o sector tem hoje seis concessionárias a operarem cabalmente. O governo tem acompanhado de perto e com grande atenção o evoluir da indústria do jogo ao longo destes quase cinco anos, considerando agora o momento adequado para assumir um papel mais activo e preponderante para assegurar um desenvolvimento saudável, acrescentou. O mesmo responsável lembrou que, tal como o Chefe do Executivo já referiu, o controlo rigoroso da dimensão da indústria do Jogo vai manter-se, em consonância com as políticas traçadas pelo governo, dando o espaço de actividade necessário às operadoras e assumindo o papel de coordenador, para um desenvolvimento sustentável e diversificado da economia do território. Francis Tam indicou, entretanto, que se o governo chegar à conclusão que as orientações propostas para auto-regulação do sector não surtem efeito, poderá eventualmente vir a definir, futuramente, disposições administrativas ou legislativas. Todos os presentes aguardaram um minuto em silêncio, antes do início da reunião, em memória das vítimas do sismo de Sichuan.
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GCS aprecia pedido de apoio financeiro para assistência médica aos trabalhadores da comunicação social
O Gabinete de Comunicação Social recebeu hoje (20 de Maio) o pedido de apoio financeiro destinado a viabilizar a execução do plano de assistência médica aos trabalhadores da comunicação social. O pedido será devidamente analisado e apreciado, para que os destinatários possam vir a usufruir, o mais brevemente possível, dos respectivos benefícios. Quatro representantes da União de Beneficência das Associações dos Trabalhadores da Comunicação Social de Macau entregaram o referido pedido, esta tarde, tendo o presidente da Direcção, Lai Seng Pui, manifestado o desejo de que os trabalhos de apreciação do pedido em questão sejam rapidamente concluídos de modo a possibilitar a concretização do projecto. O director do GCS, Victor Chan, salientou que o governo decidirá depois de a proposta ser devidamente estudada, de acordo com a legislação em vigor, e os princípios definidos pelo governo e os consensos alcançados nas reuniões realizadas com as associações do sector. O mesmo responsável apresentou ainda um breve historial do processo de implementação deste plano, acrescentando que, desde o início de 2006, o GCS tem tido encontros com as associações de trabalhadores da comunicação social de expressão chinesa e portuguesa de Macau para implementação, desenvolvimento e gestão dos benefícios do plano. Victor Chan recordou que o GCS proporcionou apoio técnico-jurídico durante o processo da constitução da União e que a última reunião com os interessados decorreu em Fevereiro de 2007, pelo que é com agrado que o GCS recebeu o pedido, fruto de um ano de trabalho desenvolvido pela União. O GCS mantém uma relação de contacto estreito e de cooperação com todos os profissionais da comunicação social e reitera a disponibilidade para continuar a dar todo o apoio necessário, estranhando e lamentando os comentários de imprensa que acusaram o Gabinete Comunicação Social de interferência na elaboração do Regulamento de Benefícios, no âmbito do plano de seguro de saúde. Victor Chan adiantou que o GCS assumiu sempre uma posição de empenhamento, sinceridade e amizade no âmbito da cooperação com a União sobre o projecto de assistência médica. Os representantes da União presentes na reunião agradeceram o apoio do Gabinete ao longo de todo o processo e afirmaram que, pese embora algumas opiniões divergentes, foi possível chegar a consenso. O director do GCS salientou ainda que, depois dos contactos e debates ao longo de mais de dois anos, espera-se que os profissionais do sector tenham já alicerces de diálogo para promover outras questões relacionadas, por exemplo, com o estatuto profissional dos trabalhadores da comunicação social, uma vez que tal será vantajoso para o desenvolvimento do sector. Victor Chan (director) e Isabel Ho (subdirectora) do GCS e Lai Seng Pui (presidente), Chan Si In, Chan Weng Hon e Island Ian (membros da direcção) da União estiveram presentes, hoje, no encontro.
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Serviços de Saúde respondem a interpelação de deputado Pereira Coutinho
Os Serviços de Saúde valorizam as opiniões do sector (incluindo os ajudantes técnicos de farmácia) relativamente ao projecto de revisão do Decreto-Lei no. 58/90/M, de 19 de Setembro, e continuam a manter uma atitude aberta a diferentes opiniões dos profissionais, para garantia de segurança da administração de medicamentos pelos residentes. O director, Lei Chin Ion, em resposta à interpelação do deputado Pereira Coutinho, acrescentou ainda que depois de um balanço de interesses de todas as partes, os Serviços de Saúde continuarão a acompanhar os trabalhos de elaboração do referido projecto-lei. O mesmo responsável recordou que, ao abrigo da legislação vigente, os profissionais de farmácia registados nos Serviços de Saúde incluem exclusivamente duas categorias: farmacêuticos e ajudantes técnicos de farmácia, cabendo aos Serviços de Saúde apreciarem as qualificações profissionais dos mesmos em observância com o Decreto-Lei no. 58/90/M, de 19 de Setembro, actualmente em vigor. E, que os requisitos para farmacêuticos e para ajudantes técnicos de farmácia são distintos quer a nível de habilitações académicas quer a nível de atribuições, ou seja, licenciatura em farmácia para os farmacêuticos e o curso completo de bacharelato do ramo de farmácia ou equivalente para os ajudantes técnicos de farmácia, enquanto as actividades de direcção técnica de farmácia competem aos farmacêuticos e aos ajudantes técnicos a prestação de apoio aos farmacêuticos. O director lembrou, também, que os Serviços de Saúde, desde 2001, deixaram de conceder alvará de farmacêutico aos trabalhadores não residentes de Macau. Actualmente, todos od farmacêuticos e ajudantes técnicos de farmácia registados em Macau são portadores de BIR. Lei Chin Ion informou que, segundo dados da DSS, 89 ajudantes técnicos de farmácia registados foram formados pelo instituto educativo local, o IPM, e que a taxa de emprego actual deste grupo em Macau atinge os 97 por cento, em vários locais, incluindo farmácias hospitalares, farmácias comunitárias e firmas de importação, exportação e venda por grosso de produtos farmacêuticos, entre outros. Os mesmos exercem actividades relacionadas com os medicamentos e, por isso, não existe o problema de não maximizar o aproveitamento de profissionais técnicos de farmácia localmente formados, respondeu o responsável. Por outro lado, acrescenta, que tendo por objectivo reforçar a regulação da qualidade das actividades exercidas pelos mesmos, os Serviços de Saúde propõem, no projecto de revisão do Decreto-Lei nº. 58/90/M, de 19 de Setembro, que seja estabelecido um regime de controlo de qualificações dos empregados de farmácia, regulando que para poderem trabalhar nas farmácias, precisam de ser aprovados na avaliação das respectivas formações e possuir o nível de conhecimento exigido sobre os diplomas relativos a medicamentos e aos aspectos legais da área farmacêutica, ao mesmo tempo que se define, explicitamente, as atribuições e responsabilidades deste grupo e uma superintendência rigorosa. O director dos Serviços de Saúde afirma que projecto-lei em causa contempla ainda que estas firmas devem obrigatoriamente possuir director técnico e este cargo deve obrigatoriamente ser assumido pelos farmacêuticos ou técnicos de farmácia registados em Macau, com comprovada experiência profissional e aprovação em exame único para o efeito, com vista ao implemento eficaz das "Boas Práticas de Distribuição" e uma elevação da qualidade de exploração e funcionamento das firmas de importação, exportação e venda por grosso dos produtos farmacêuticos. Uma medida que, por um lado, proporciona às firmas de importação, exportação e venda por grosso de produtos farmacêuticos um período transitório para aperfeiçoar a gestão e, por outro, a evolução de gestão no sentido do profissionalismo. Todavia, a fim de regular mais rigorosamente o nível de conhecimentos deste grupo sobre os diplomas relativos a medicamentos e aos aspectos legais da área farmacêutica, foi introduzido no projecto-lei o conceito de "exercer actividades com o certificado de qualificação requisitada", exigindo aos mesmos que, para executarem as actividades relacionadas a farmácia, devam obrigatoriamente ser aprovados no exame indicado. O mesmo responsável concluiu ainda que merece ser reiterado o ponto em que o projecto-lei regula que, na ausência do farmacêutico, a farmácia deve obrigatoriamente fechar à chave todos os medicamentos de prescrição médica obrigatória e os que são administrados sob direcção obrigatória do farmacêutico.
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Resultados do Inquérito ao Emprego referente ao 1º Trimestre de 2008
A Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) disponibiliza informação resumida relativa à situação do emprego em Macau no 1º trimestre de 2008. Os principais indicadores, como taxas de actividade e desemprego, já foram divulgados através de uma Folha Rápida em Abril . Durante o 1º trimestre de 2008 a população activa totalizou 327 milhares de pessoas, destas 317 milhares pertencem à população empregada e as restantes 9,6 milhares à população desempregada. Relativamente ao 4º trimestre de 2007, registou-se um aumento de 3.800 indivíduos na população activa, de 3.700 na população empregada e de 100 na população desempregada. Na distribuição do emprego por ramos de actividade, a maioria da população empregada dedicava-se às actividades culturais e recreativas, lotarias e outros serviços (25,2%); seguidos pelos hotéis, restaurantes e similares (12,8%). Em termos de ocupações profissionais, a maioria da população empregada eram empregados administrativos (incluindo os “croupiers”, fiscais de bancas e operadores de serviços de apostas, etc.) e pessoal dos serviços, vendedores e trabalhadores similares que representavam 26,0% e 21,7%, respectivamente. A mediana do rendimento mensal da população empregada cifrou-se nas 8.200 Patacas. Salienta-se que a mediana do rendimento das actividades culturais e recreativas, lotarias e outros serviços, foi de 12.000 Patacas. A mediana do rendimento mensal dos residentes empregados locais situou-se nas 9.500 Patacas. Os desempregados que nunca tinham trabalhado e se encontravam “à procura do 1º emprego” representavam 7,4% do total da população desempregada, contudo a maioria (92,6%) correspondia ao peso das pessoas desempregadas que já tinham trabalhado e estavam “à procura de novo emprego”. No que respeita aos níveis de escolaridade temos que, 43,1% das pessoas empregadas tinham habilitação até ao ensino primário inclusive; 28,0% o ensino secundário geral e 22,0% o ensino secundário complementar. Em termos de distribuição do emprego por ramo de actividade económica anterior, 33,5% dos desempregados que se encontravam “à procura de novo emprego” trabalhavam na construção e 16,6% nos hotéis, restaurantes e similares. Quanto à profissão anterior dos desempregados “à procura de novo emprego”, 25,5% eram pessoal dos serviços, vendedores e trabalhadores similares, enquanto que 24,9% eram trabalhadores não qualificados.
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Informação actualizada sobre a infecção por enterovírus
Até ao meio-dia do dia 19 de Maio, registou-se um total de 215 casos de infecção por enterovírus (doença de mãos, pés e boca e herpangina), mas não ocorreu nenhum caso de infecção colectiva por enterovírus. Os Serviços de Saúde receberam hoje a participação de mais 21 casos de enterovírus, perfazendo-se assim um total de 215 casos no corrente ano. Até ao presente, não se registaram casos graves ou casos com complicações. Actualmente, encontra-se internada no Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) uma criança de 3 anos de idade com herpangina. O seu estado é estável, verificando-se que não foi um caso de infecção pelo EV71, de acordo com o resultado das análises. Não há doentes internados por infecção de enterovírus no Hospital Kiang Wu, nem no Hospital da Universidade de Ciência e Tecnologia. Dos casos colectivos já divulgados, verificou-se mais um caso de uma criança infectada na Creche “Tung Sin Tong II”, sita na Rua de Entre-Campos, registando-se, até ao momento, 18 casos; mais um caso de uma criança infectada na Creche da escola Primária Oficial Luso-Chinesa “Sir Roberto Ho Tung”, registando-se, até ao momento, 4 casos. Não ocorreram novos casos na Creche de S. João (NAPE), na Creche Pio XII, sita na Travessa do Colégio, na Creche “Tung Sin Tong III”, sita na Praceta de Bom Sucesso, e na Escola Keang Peng, sita na Rua Francisco Xavier Pereira. Casos de infecção por enterovírus em Macau (até ao dia 19 de Maio de 2008) Casos de doença de mãos, pés e boca Casos confirmados com enterovírus EV71 Casos de infecção colectiva Casos graves Janeiro 18 0 2 (CoxA16) 0 Fevereiro 7 0 0 0 Março 1 0 0 0 Abril 24 0 0 0 Maio 165 20 3 (EV71) 3 (não confirmado) 0 Total 215 20 8 0 Infecção colectiva por enterovírus em Maio de 2008 Local Endereço Situação Medidas Creche “Tung Sin Tong II” Rua de Entre-Campos Confirmada por EV71 Suspensão da creche Creche S. João NAPE Confirmada por EV71 Suspensão de uma turma Creche Pio XII Travessa do Colégio 14 crianças doentes pertencentes a três turmas; 5 crianças doentes pertencentes a duas turmas confirmadas de estarem infectadas por EV71. Suspensão de duas turmas adjacentes. Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia. Creche “Tung Sin Tong III” Praceta de Bom Sucesso 8 crianças doentes pertencentes a 3 turmas. Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia. Escola Keang Peng Rua Francisco Xavier Pereira 3 crianças doentes na mesma turma. Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia. Creche da Escola Primária Oficial Luso-Chinesa “Sir Roberto Ho Tung” Estrada da Vitória 4 crianças doentes pertencentes a 2 turmas Exame rigoroso das crianças que vão para a creche, suspensão das crianças doentes, reforço da limpeza e da desinfecção do ambiente, recolha de amostras para análise e observação estreita do progresso da epidemia.
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Três minutos de silêncio pelas vítimas do sismo de Sichuan
O Chefe do Executivo, Edmund Ho, juntamente com os principais responsáveis do governo e das direcções dos serviços públicos da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), guardaram hoje (19 de Maio) três minutos de silêncio, pelas 14h28, na sede do governo, em memória das vítimas de terramoto em Sichuan. Edmund Ho sublinhou que muitos funcionários do governo já deram os seus donativos para as vítimas da tragédia e fez votos de que todos os sectores da sociedade de Macau continuem a demonstrar solidariedade e generosidade nos contributos para que as pessoas afectadas possam ultrapassar as dificuldades e começar a reconstrução. O Chefe do Executivo solicitou que todos os serviços e entidades governamentais respeitem os três dias de luto nacional em memória às vítimas de terramoto, decretados pelo Conselho de Estado, e que sejam suspensas, neste período, todas as actividades públicas de entretenimento e outras, de carácter comemorativo. Entretanto, os membros do Conselho Executivo cumpriram também um período de silêncio, antes do início da reunião, enquanto em todo o território, as entidades públicas, associações, escolas colocaram as bandeiras nacional e da RAEM a meia haste, a população cumpriu os três minutos de silêncio, e os veículos motorizados e embarcações tocaram buzinas, como forma de luto e expressão de profundo pesar das pessoas locais pelos compatriotas atingidos pelo terramoto.
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Suspensão dos espectáculos do XIX Festival de Artes de Macau devido ao luto nacional em memória das vítimas do terramoto ocorrido na província de Sichuan
Devido ao trágico sismo ocorrido na Província de Sichuan, foram oficialmente decretados 3 dias de luto nacional, de 19 a 21 de Maio, em memória das vítimas. Durante este período, serão suspendidos todos os espectáculos do XIX Festival de Artes de Artes, nomeadamente os do grupo mexicano Sensorama (Experiências Multiperceptuais: Os Quatro Elementos - Cantos Nativos), previstos para dia 20 e 21 de Maio, na Casa de Lou Kau. Os membros do público que estiverem na posse de bilhetes para estes espectáculos poderão dirigir-se à Rede Kong Seng para procederem ao reembolso ou à troca dos mesmos para outra data. O espectáculo será retomado no dia 22 de Maio.
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Chefe do Executivo reitera apelo ao apoio a Sichuan
O Chefe do Executivo, Edmund Ho, apelou hoje (dia 19) a que todos os sectores da sociedade de Macau continuem a demonstrar solidariedade e para que sejam generosos nas doações às vítimas do sismo em Sichuan, de forma a que as pessoas afectadas possam ultrapassar as dificuldades e começar a reconstrução. Esta manhã, durante uma ocasião pública, Edmund Ho afirmou que nesta altura se sente uma profunda tristeza em memória das vítimas do grande sismo em Sichuan, recordando que este terramoto foi a catástrofe mais grave desde a constituição da República Popular da China. Após o desastre, e com a forte liderança do Governo Central, ficou demonstrado que os meios utilizados nas operações de salvamento, trabalhos de recuperação e prevenção contra consequências mais graves, foram os adequados, sendo eficazes e permitindo manter a ordem, salientou. Por outro lado, frisou o mesmo responsável, esta catástrofe tornou ainda mais visível o apoio de todos os cidadãos chineses espalhados pelo mundo, bem como de todas as etnias do país, incluindo os compatriotas de Macau. De acordo com Edmund Ho, estas acções foram exemplo de que quando há problemas o apoio surge dos quatro cantos do mundo, traduzindo o sentimento de união do povo chinês. Neste sentido, Edmund Ho reiterou o desejo de continuar a ver todos os sectores de Macau a apoiar as vítimas do sismo em Sichuan, contribuindo para a crescente onda de solidariedade. Segundo o Chefe do Executivo, além de participar na homenagem em memória das vítimas do terramoto, com o hastear da bandeira nacional e da RAEM a meia haste e o cancelamento de todas as actividades públicas de entretenimento, o Governo da RAEM acredita que, sob o princípio de “um país, dois sistemas”, cada residente de Macau partilhará da dor profunda pelas vítimas do sismo em Sichuan, prestando a devida homenagem como se da perda de uma familiar se tratasse.
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Donativos da RAEM para apoio às vítimas do sismo em Sichuan
O Chefe de Executivo, Edmund Ho, em nome do governo da Região Administrativa Especial de Macau, lamenta o enorme desastre natural ocorrido ontem (12 de Maio) no distrito de Wenchuan da província de Sichuan, manifesta a solidariedade com as vítimas e anuncia donativos e todo o apoio às operações de salvamento. O governo, logo que tomou conhecimento da ocorrência, contactou com as autoridades provinciais para se inteirar da situação e decidiu atribuir 100 milhões de patacas ao comando geral de socorro e salvamento do Governo Central para ajuda aos trabalhos de assistência no local da tragédia, além de 10 milhões da Fundação de Macau. Os vogais da Associação da Amizade dos Chineses Ultramarinos (Macau), por sua vez, contribuíram também com 10 milhões de dólares de Hong Kong, através da delegação da RAEM em Pequim, para o mesmo efeito. O Executivo apela ainda à solidariedade e conjugação de esforços de todos os cidadãos e associações de Macau nas ajudas para fazer face aos efeitos da catástrofe. Entretanto, as linhas abertas do Corpo da Polícia de Segurança Pública e dos Serviços de Turismo de Macau, com os números 2857-3333 e 2833-3000, respectivamente, criadas para eventual apoio e informações em relação à ocorrência, não receberam qualquer pedido de ajuda até à presente data.
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