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Sete especialistas internacionais no domínio da cultura convidados a discursar no “Fórum Internacional de Intercâmbio Civilizacional 2026” Exploração multidimensional do valor contemporâneo da herança e do intercâmbio civilizacionais

Feng Shi, Membro da Divisão Académica da Academia Chinesa de Ciências Sociais

Organizado pelo Governo da Região Administrativa Especial de Macau, com o apoio académico da Academia Chinesa de História da Academia Chinesa de Ciências Sociais, o “Fórum Internacional de Intercâmbio Civilizacional 2026” realizar-se-á nos dias 9 e 10 de Novembro em Macau. O Fórum reunirá cerca de 300 representantes de departamentos governamentais, de organizações internacionais, bem como especialistas e académicos de renome provenientes de mais de 20 países e regiões de todo o mundo, contando com a realização de cerca de 40 sessões temáticas e encontros académicos. O evento visa dinamizar a função de Macau enquanto “base de intercâmbio e cooperação para a promoção da coexistência multicultural, com predominância da cultura chinesa”, promovendo o intercâmbio através do saber académico e a aprendizagem mútua através do diálogo.

O Fórum deste ano integra uma “Conferência Principal”, três “Sub-fóruns” e quatro “Encontros Académicos”. Subordinados ao tema “Aprendizagem Mútua entre Civilizações, Herança e Desenvolvimento”, os discursos temáticos da Conferência Principal contarão com a intervenção de especialistas e académicos de renome mundial nas áreas da história, jurisprudência, finanças, sociologia, história de relações internacionais, jornalismo e comunicação. Entre os oradores destacam-se: Feng Shi, Membro da Divisão Académica da Academia Chinesa de Ciências Sociais; Hamashita Takeshi, Chefe do Departamento de Investigação da Toyo Bunko e Investigador Sénior no Instituto de Estudos Avançados em Humanidades da Universidade Sun Yat-sen; Li Cheng, Director Fundador do Centro de Estudos sobre a China Contemporânea e o Mundo e Professor de Ciência Política na Escola de Governança e Políticas Públicas da Universidade de Hong Kong; Qiang Shigong, Reitor da Universidade Minzu da China; Zheng Yongnian, Director da Escola de Políticas Públicas da Universidade Chinesa de Hong Kong, Shenzhen; Mok Ian Ian, Vice-Presidente Executiva da Federação das Associações dos Sectores Culturais de Macau; e Hugh Bowden, Professor no Departamento de Clássicas da Faculdade de Artes e Humanidades do King’s College de Londres, que irão explorar, sob múltiplas dimensões, o valor contemporâneo da herança e do intercâmbio civilizacionais.

Os “Sub-fóruns” e os “Encontros Académicos” reunirão representantes de departamentos governamentais, de organizações internacionais e de especialistas e académicos provenientes do Interior da China, de Hong Kong, Macau e Taiwan, bem como do Brasil, Estados Unidos, Portugal, Grécia, Itália, Reino Unido, Croácia, Macedónia e Argentina, entre outros, que, em conjunto, desenvolverão um diálogo e intercâmbio aprofundados em torno de temas específicos como “Diálogo Transfronteiriço entre Civilizações”, “Conexões Civilizacionais entre a China e os Países de Língua Portuguesa” e “A Luz das Civilizações na Era da IA”, partilhando experiências valiosas e ideias inovadoras.

O “Fórum Internacional de Intercâmbio Civilizacional” aproveita plenamente as vantagens do princípio de “Um País, Dois Sistemas” em Macau, alinhando-se proactivamente com a estratégia nacional de desenvolvimento cultural, e colocando em prática as acções de implementação e promoção das políticas propostas pelo Presidente Xi Jinping na iniciativa global das civilizações, de modo a transformar Macau numa ligação relevante de alto nível do País na abertura ao exterior e numa janela crucial para o intercâmbio e a aprendizagem mútua entre as civilizações chinesa e ocidental. Enquanto ponte fulcral entre o Interior da China e o mundo, Macau assume uma postura aberta e inclusiva para interpretar a visão de civilização baseada na igualdade, aprendizagem mútua, diálogo e inclusão, empenhando-se em construir uma plataforma internacional de diálogo e cooperação entre civilizações, transmitindo ao mundo uma imagem da China credível, atractiva e respeitável, e prestando o contributo de Macau para a construção de uma comunidade com um futuro partilhado para a humanidade.

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