As empresas devem ter consciência e assumir a responsabilidade social, não aproveitem esta oportunidade para aumentar os preços

Captura de imagens dos preços do óleo de milho circuladas na internet

Tendo em conta a diferença de preços de venda de 50 patacas para uma garrafa de óleo de milho, entre um supermercado e o sector empresarial, reflectida pelos cidadãos na internet, a Direcção dos Serviços de Economia (DSE) enviou, de imediato, pessoal ao supermercado em causa para proceder a acções de inspecção. De acordo com as informações obtidas, a partir do dia 2 de Maio, o supermercado em causa começa a vender a respectiva garrafa de óleo de milho pelo preço de 129 patacas, o que representa uma descida em comparação com o preço anterior de 178 patacas.

Durante a inspecção, verificou-se que foram exibidas simultaneamente duas indicações de preço acima referidas para o mesmo produto, tendo o pessoal da DSE verificado que o preço mostrado pela caixa registadora era de 129 patacas, por isso, exigindo de imediato a uniformização das indicações de preços, a fim de evitar que os direitos e interesses dos consumidores sejam prejudicados.

O Governo da RAEM está muito atento às flutuações dos preços dos produtos no mercado, salientando que o lançamento do cartão de consumo electrónico tem por objectivo inicial a promoção da economia, garantia do emprego e manutenção da vida da população. O sector tem de assumir as suas responsabilidades sociais e não deve aproveitar esta oportunidade para aumentar injustamente os preços. O sector deve empenhar-se na manutenção da estabilidade dos preços de todos os produtos, para criar um bom ambiente de consumo.

Ao mesmo tempo, o sector deve ouvir as vozes da sociedade, para não prejudicar a sua reputação.

A DSE e o CC continuarão a proceder a acções de inspecção e fiscalização dos preços, acompanhando de perto a situação do mercado e tomando medidas adequadas, a fim de que seja assegurada a ordem normal do mercado e não seja afectada a vida da população.

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