Governo da RAEM continua a realizar os trabalhos de formação e colocação profissionais


O secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong, indicou hoje (1 de Outubro), que face à pandemia da pneumonia causada pelo novo coronavírus e à subida da taxa de desemprego, o Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) continua a realizar os trabalhos de formação e colocação, com o objectivo de reforçar as aptidões dos trabalhadores e dos desempregados.

Após a recepção comemorativa do Dia Nacional da RPC, o mesmo responsável disse à comunicação social, que devido ao facto da pandemia estar a durar mais do que o esperado e embora o Governo da RAEM reservasse 3,2 mil milhões para a revitalização da economia durante o período de combate à epidemia e, desde o dia 23 de Setembro, fosse retomada a política de vistos individuais para todo o País, o território tem de articular de acordo com as exigências de prevenção da epidemia no Interior da China e corresponder às necessidades da segurança de saúde pública locais. O mesmo considera difícil que venha a haver um grande aumento de turistas num curto espaço de tempo e que a população tem de estar preparada mentalmente e compreender que a recuperação económica precisa de um processo de preparação a fim de permitir sentir os seus efeitos.

Lei Wai Nong referiu que actualmente, a taxa de desemprego dos residentes é de 4%, mais 400 desempregados face ao período passado, principalmente nos sectores de promotores de jogo, serviços hoteleiros, comércio por grosso e a retalho e construção civil. Acrescentou que de Janeiro até agora, o governo proporcionou serviços de conjugação de trabalho, a cerca de 1320 trabalhadores do sector da construção civil e cerca de 2940 dos sectores do comércio a retalho e de restauração.

O secretário referiu que, a curto prazo, a taxa de desemprego ainda terá uma pressão para subir e nesse sentido, o governo, pretende dar seguimento ao seu trabalho através da reserva de 60 mil vagas para cursos de formação, a fim de permitir os cidadãos e aos desempregados aprenderem uma segunda ou terceira aptidões. Indicou ainda que, no próximo ano, em Macau serão investidos um total do valor mais de 17,7 mil milhões em infra-estruturas, que além de reforçar a procura interna, também poderá criar muitas oportunidades de empregos, por outro lado, o desenvolvimento da indústria de construção está anexado à sua digitalização e à mecanização, portanto, irá permitir aos trabalhadores reforçarem as suas capacidades de articular com as actuais tendências.

O mesmo responsável relembrou que, no corrente ano, o Governo da RAEM lançou duas rondas de medidas de apoio financeiro, incluindo a redução e isenção fiscal, ajuda financeira direccionada às empresas e à vida da população, num total de 52,8 mil milhões de patacas, representando 12% do GDP do ano passado.

Lei Wai Nong considera que, como a epidemia ainda se encontra activa, e face à proximidade ao Outono e Inverno, nos outros países ficará ainda mais complexa, apelando à população local para prever o pior e para se preparar melhor, ou seja, a curto prazo, a situação não será optimista e terá certamente flutuações, mas a médio e longo prazos a tendência mantém-se estável e positiva. Afirmou que o Governo da RAEM vai ultrapassar as dificuldades em conjunto com toda a população.

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