Chefe do Executivo reitera respeito pela decisão da CAEAL


O Chefe do Executivo, Ho Iat Seng, reiterou, hoje (22 de Julho), o respeito pela decisão da Comissão de Assuntos Eleitorais da Assembleia Legislativa (CAEAL) e sublinhou não haver restrições à liberdade de expressão, em Macau.

Após a cerimónia de abertura do «12.º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas» e quando questionado pela comunicação social o Chefe do Executivo, Ho Iat Seng, disse que a CAEAL exerce, de acordo com a lei, as suas funções, formulando os sete critérios de apreciação da elegibilidade de todos os candidatos às novas eleições para Assembleia Legislativa, reforçando assim o seu respeito pela decisão da CAEAL.

O Chefe do Executivo, Ho Iat Seng, explicou que, a alteração à Constituição da República Popular da China, aprovada em 2018, passou a estipular, de forma bem clara que, o estatuto de governança pertence ao Partido Comunista Chinês e indica que todos os chineses devem cumprir e respeitar a Constituição sendo esta também a fonte do poder do princípio “Um país, dois sistemas”. Acrescentou que “Macau governado por patriotas” serve como uma exigência importante e necessária para implementar, de forma completa, a Constituição e o princípio “Um país, dois sistemas”, além disso, a liberdade de expressão não sofre quaisquer restrições e as criticas ao governo não representam um problema nem terão impacto na qualificação da candidatura.

Ho Iat Seng adiantou que apesar da conjuntura local estar de momento, a atravessar uma tendência positiva, esta pandemia provocada pelo novo coronavírus, veio pôr a descoberto o problema da economia de Macau ser baseada numa única indústria, o que criou um enorme impacto em vários sectores da sociedade, com o governo a enfrentar um défice orçamental. Referiu que o país não só deseja que Macau viva em estabilidade como também que alcance o desenvolvimento da diversificação adequada. Para o efeito a cooperação aprofundada entre Guangdong e Macau é o caminho do desenvolvimento traçado pelo país a Macau. Neste sentido, reforçou a importância de Macau efectuar bem os trabalhos ligados à diversificação adequada da economia. Disse ainda acreditar que, num prazo de um ou dois meses, haverá boas notícias, as quais apenas aguardam a divulgação formal pelo Governo Central.

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