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Representantes da RAEM integram a delegação da República Popular da China para participar na 69.ª sessão da Comissão de Estupefacientes da ONU

Representantes da RAEM e da RAEHK, como membros integrantes da delegação da China, participando na reunião

A 69.ª sessão da Comissão de Estupefacientes da Organização das Nações Unidas (ONU) teve lugar entre os dias 9 e 13 de Março, em Viena, na Áustria. A delegação que participou na sessão foi liderada pelo secretário-geral adjunto da Comissão Nacional de Controle de Narcóticos (National Narcotics Control Commission), Gao Wei, e era composta pelos representantes do Gabinete da Comissão Nacional para Combate às Drogas, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Comissão Nacional de Saúde, da Administração Nacional de Produtos Médicos, Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) e Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK), da Missão Permanente da China na ONU e de outras organizações internacionais em Viena (Permanent Mission of the People's Republic of China to the United Nations and Other International Organizations in Vienna). A vice-presidente, Hoi Va Pou e o chefe de departamento, Cheang Io Tat, do Instituto de Acção Social (IAS), o subdirector, Sou Sio Keong e a chefia funcional, Lei Hon Nei, da Polícia Judiciária, foram os representantes da RAEM que integraram a delegação da China.

Realizou-se, no dia 9 de Março, a cerimónia de abertura da sessão, com a participação de mais de 2.000 representantes provenientes de mais de 110 países membros, organizações internacionais e organizações não governamentais na qual teve lugar a discussão sobre o controlo internacional de drogas e a execução das respectivas políticas. A ordem do dia incluiu a situação de execução de tratados de controlo internacional de drogas, a apreciação e aprovação de inclusão de três substâncias na lista de substâncias sujeitas a controlo, a concretização de acções seguintes da “Declaração ministerial de 2019”, a cooperação e coordenação entre as instituições para tratamento e resposta aos problemas mundiais de drogas, bem como a concretização, avaliação e execução da “Agenda 2030 sobre o desenvolvimento sustentável”, etc.

Na reunião, os representantes nacionais proferiram discursos durante o debate geral e reiteraram a abordagem da questão das drogas sintéticas, através de uma estratégia de equilíbrio global entre a redução da procura e a redução da oferta, o combate à legalização de drogas, a apresentação da situação sobre o cumprimento firme das responsabilidades dos países e das obrigações do combate à droga a nível internacional, foram também destacados os resultados concretos alcançados pela China em 2025 através de um tratamento abrangente e sistemático do problema das drogas. Em simultâneo, apelou-se à sociedade internacional que concretize o multilateralismo real, defesa firme da autoridade das três convenções antidrogas e do actual sistema internacional de controlo de drogas, reforço contínuo da cooperação a nível internacional no âmbito de combate à droga, na resposta aos problemas de drogas.

Foram realizadas na sessão uma totalidade de mais de 160 reuniões paralelas e exposições. A China organizou uma reunião paralela sobre o tema "Riscos e formas de respostas ao consumo dos jovens de substâncias viciantes não incluídas na lista de substâncias sujeitas a controlo e abuso de medicamentos prescritos", e a exposição temática sobre “de prevenção a nova criação”, tendo participado também nas várias sessões de discussão e tomada de decisão e nas reuniões bilaterais.

Os representantes da RAEM proferiram discursos, como membros da delegação da China durante a sessão plenária, e participaram em várias reuniões paralelas. Em simultâneo, registou-se um total de 14 representantes da instituições não-governamentais, associações de jovens e instituições do ensino superior de Macau que participaram na reunião e nas actividades paralelas de organizações não-governamentais, e proferiram discursos nas cinco reuniões paralelas.

A RAEM irá continuar a articular com os trabalhos de combate à droga desenvolvidos pelo País e irá cumprir as obrigações das convenções internacionais, acompanhar o trabalho legislativo de Macau relativo à inclusão das novas substâncias na lista de substâncias sujeitas a controlo e, ao mesmo tempo, promover constantemente o papel activo das organizações não-governamentais de Macau para ajudar os jovens a envidar os seus esforços no desenvolvimento do País e da RAEM, promover e contar com eficácia as 'histórias da China' e as 'histórias de Macau' no palco internacional."

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