Saltar da navegação

Comissão para a Cidade Saudável: Realizada reunião plenária de 2026, com vista a concretizar a integração saudável em todas as políticas e construir em conjunta uma cidade saudável com condições habitáveis

A Comissão para a Cidade Saudável realizou a sua reunião plenária de 2026.

A Comissão para a Cidade Saudável (CCS), presidida pelo Presidente substituto da CCS, o Director dos Serviços de Saúde, Lo Iek Long, realizou a sua reunião plenária de 2026, na qual a CCS e as sete (7) comissões especializadas da sua tutela apresentaram um balanço, sob a organização e coordenação da Secretária para os Assuntos Sociais e Cultura. Em 2025, foram definidos os resultados e a direcção de trabalho para 2026, tendo-se destacado que a construção de uma cidade saudável não é uma responsabilidade de um único serviço público, mas sim um projecto sistemático que requer a colaboração interdepartamental e a participação conjunta de toda a sociedade. No futuro, as três principais directrizes políticas de “antecipação de prevenção de doenças”, “descentralização de recursos” e “mudança de mentalidade” serão progressivamente concretizadas, em conformidade com a concepção básica do «Plano de Acção para Macau Saudável», que promoverá plenamente a integração da saúde em todas as políticas públicas, com o fim de elevar o nível geral de saúde e a qualidade de vida dos residentes de Macau, contribuindo para a concretização da visão governativa de "Cidade Feliz Macau", através da construção conjunta de uma cidade saudável e com condições habitáveis.

No seu discurso, o Director Lo Iek Long começou por agradecer aos serviços competentes do Governo da RAEM pela sua colaboração dinâmica na construção de uma cidade saudável, ao longo do ano passado. A estratégia nacional de desenvolvimento de prioridade à saúde foi claramente definida no «15. ° Plano Quinquenal», apresentado pelo País, e o Governo da RAEM tem-se alinhado dinamicamente com esta estratégia, integrando os elementos de saúde na administração urbana e na vida quotidiana dos residentes. Ao longo do ano passado, a construção de cidade saudável Macau centrou-se em três aspectos:

  1. Construir, em conjunto, uma cidade saudável, através da cooperação interdepartamental

A saúde está globalmente relacionada com o urbanismo, a segurança pública, o ambiente comunitário, a segurança alimentar, a saúde dos postos fronteiriços, a educação, o desporto, a cultura, os serviços sociais e o ambiente de trabalho, entre outros. O Governo da RAEM tem vindo a promover, de forma dinâmica, o «Plano Director da Região Administrativa Especial de Macau (2020-2040)», no qual os serviços públicos, com base nas suas próprias funções e através da cooperação interdepartamental e intersectorial, integram os elementos de saúde nas políticas públicas e nos serviços de diferentes áreas, com o objectivo de se empenhar na criação de um ambiente urbano mais seguro, mais habitável e mais resiliente, e de elevar simultaneamente a segurança dos bairros comunitários e dos produtos alimentares, construindo uma base segura para uma cidade saudável.

  1. Promover a descentralização de recursos, com integração de um estilo de vida saudável no quotidiano.

Através dos três grandes programas «Comunidade Saudável», «Empresas Saudáveis» e «Campus Escolar Saudável», a cooperação interdepartamental e a interacção ampla com as associações contribuem para normalizar o estilo de vida saudável, e criar gradualmente uma situação de "governação conjunta na sociedade" e " integração de terapia e prevenção ", no sentido de proteger a saúde física e mental dos residentes.

  • Reforçar a gestão da saúde, através da antecipação de prevenção de doenças

O Governo da RAEM empenha-se na implementação dos diversos trabalhos do «Plano de Acção para Macau Saudável», promovendo a transformação das doenças de "terapia como principal" para "gestão de saúde como principal", que a prevenção, o rastreio e o diagnóstico precoces das doenças crónicas são privilegiados, de modo a identificar os riscos de saúde e a submeter os casos a tratamento médico mais cedo.

A Secretária da CCS e a chefe do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças dos Serviços de Saúde, Leong Iek Hou, apresentou os trabalhos gerais da CCS. Em 2025, a CCS ultrapassou as limitações dos serviços médicos tradicionais e, através de diferentes políticas, plataformas de serviços e recursos comunitários, foram integrados gradualmente os elementos de saúde nas vertentes de vida, aprendizagem, trabalho e ambiente urbano. Através da promoção comunitária, do auto-exame, dos indicadores de qualidade da gestão de doenças crónicas e do rastreio de doenças oncológicas, com base nos conceitos de gestão da saúde em todo o ciclo "prevenção, rastreio, diagnóstico, terapia, reabilitação", em articulação com o tratamento médico e o apoio à reabilitação, os residentes foram apoiados a dominar, o mais cedo possível, o seu próprio estado de saúde, impulsionando-os da "terapia de doenças" para a "gestão de saúde". Desta forma, tornaram-se os primeiros responsáveis pela sua própria saúde.

Os representantes das sete (7) comissões especializadas apresentaram, respectivamente, o ponto de situação dos trabalhos realizados em 2025 e o plano de trabalhos para o ano de 2026, e os respectivos trabalhos, apesar de pertencerem a diferentes áreas políticas, têm sempre como centro a saúde dos residentes. A partir da construção de infra-estruturas urbanas, da garantia comunitária e da promoção da saúde, os três níveis interligados apoiam em conjunto a construção de uma cidade saudável Macau:

  • Consolidar as linhas de defesa básica da cidade:

Quanto às infra-estruturas urbanas e à higiene dos postos fronteiriços, os diversos serviços têm vindo a promover o planeamento urbano, as infra-estruturas ambientais e o controlo de riscos nos postos fronteiriços, melhorando a segurança e a resiliência da cidade, com o intuito de construir uma base sólida para a vida saudável da população. As instalações complementares de trânsito continuam a ser optimizadas para facilitar as deslocações dos residentes; a inspecção sanitária nos postos fronteiriços é implementada com rigor, tornando as deslocações dos residentes e turistas mais seguras e ordenadas; o simulacro de contingência de saúde pública é normalizado, a fim de assegurar que, em caso de ocorrência de incidentes repentinos nos bairros comunitários, os residentes possam ter uma vida tranquila e sem preocupações.

  • Reforçar a protecção de vida na comunidade

Quanto ao ambiente comunitário, à segurança comunitária e à segurança alimentar, os diversos serviços públicos têm vindo a reforçar, em conjunto, a higiene ambiental, a segurança ocupacional, a ordem pública e a segurança alimentar, no sentido de garantir, em todos os aspectos, a protecção da vida quotidiana da população. A prevenção e o extermínio de mosquitos e roedores foram implementados, de forma abrangente, em toda a comunidade de Macau, reduzindo o risco de propagação de doenças transmissíveis. A fiscalização da segurança alimentar, desde a importação até à venda a retalho, permitiu que os residentes pudessem comprar e consumir produtos sem preocupações. A segurança e a saúde ocupacionais, a segurança comunitária, foram divulgadas nos bairros comunitários, elevando constantemente a consciencialização dos residentes sobre a segurança. Os 15 Jogos da Ásia Oriental, entre outras actividades importantes, registaram o "zero acidente", o que levou os residentes a sentir que estavam a ser protegidos pela segurança da comunidade e que o ambiente habitacional era estável e harmonioso.

  • Aprofundar a gestão da promoção da saúde

Quanto à promoção da saúde, à prevenção e terapia de doenças crónicas, os diversos serviços públicos têm promovido activamente a construção de redes como a comunidade saudável, as empresas saudáveis e o campus escolar saudável, distribuindo os serviços de saúde aos residentes. O número de postos de auto-medição da pressão arterial e do peso aumentou para 325, distribuídos pelos equipamentos sociais em diversas zonas, que os residentes podem monitorizar o seu próprio estado de saúde a qualquer hora, em qualquer lugar, através da auto-gestão da sua própria saúde. Os diversos indicadores de saúde dos portadores de doenças crónicas têm vindo a ser melhorados de forma contínua, e um maior número de residentes recorreu à prevenção, rasteiro e terapia precoces, bem como à gestão contínua para reduzir eficazmente as complicações, de modo a que os mesmos possam viver mais tempo com qualidade de vida.

Este ano, a CCS continuará a cumprir o rumo de "integração saudável em todas as políticas e construção conjunta de uma cidade saudável com condições habitáveis", focando-se nos três principais aspectos: "estratégia nacional de desenvolvimento de prioridade à saúde ", "criar em conjunto de uma cidade saudável Macau" e "primeiro responsável pela sua própria saúde ", e serão lançadas mais medidas relacionadas com a vida da população. Em Setembro, o Governo da RAEM irá participar na "Reunião Global da Aliança das Cidades Saudáveis (Alliance for Healthy Cities)" que terá lugar em Sydney, na Austrália. Nesta ocasião, serão apresentadas as experiências de Macau em termos de políticas de integração da saúde, integração de terapia e prevenção, e colaboração interdepartamental. Esta será uma oportunidade para contar uma boa história de Macau da China ao mundo.

Os representantes estiveram na reunião: o Director substituto dos Serviços de Saúde, o representante do Gabinete da Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Tai Wa Hou, o Presidente do Instituto de Acção Social, Hon Wai, o Presidente do Conselho de Administração para os Assuntos Municipais do IAM, Chau Wai Ieng, o Chefe de Departamento do IAM, Cheong Kuai Tat, o Chefe de Divisão do IAM, Ao Wai San, o Director da Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL), Chan Un Tong, a Chefe de Departamento do DSAL, Tang Weng Kei, o Director da Direcção dos Serviços de Economia e Desenvolvimento Tecnológico, Yau Yun Wah, o Director da Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental, Ip Kuong Lam, a Directora substituta do Instituto do Desporto, Lei Si Leng, o Director substituto da Polícia Judiciária, Lai Man Vai, a Directora substituta Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água, Tong Iok Peng, o Segundo-Comandante (Subst.º) do Corpo de Polícia de Segurança Pública, Cheang Chon Hei, o Subdirector substituto da Direcção dos Serviços de Solos e Construção Urbana, Lau Koc Kun, o Chefe de Departamento da Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude, Chan Iok Wai, o Chefe de Departamento do Gabinete de Comunicação Social, Chan U Hong, a Chefe substituta de Departamento do Instituto Cultural, Lei Lo Heng, o Chefe substituto de Departamento da Direcção dos Serviços de Turismo, Choi Chi Fong, a Chefe de Departamento dos Serviços de Saúde, Wong In e a chefia funcional dos Serviços de Saúde, Lei Pui I, entre outros.

Ver galeria