Secretária para os Assuntos Sociais e Cultura apela à participação activa da população na vacinação


A secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, Ao Ieong U, afirmou, hoje (9 de Fevereiro), depois de receber a vacina contra a COVID-19, não sentir qualquer reacção adversa, e disse esperar que as restantes 400 mil vacinas da Sinopharm possam chegar a Macau até ao final do corrente mês.

A secretária esteve presente, esta manhã, com o Chefe do Executivo e outros titulares dos principais cargos na Cerimónia de Início da Vacinação contra a COVID-19, realizada no Centro Hospitalar Conde de São Januário, onde, de seguida, recebeu a primeira dose da vacina. A mesma responsável disse, à comunicação social, que após a inoculação, se sentia normal e sem qualquer tipo de reacção adversa, e exortou a população a não ficar apreensiva com a vacinação. E acrescentou que vai receber a segunda dose da vacina dentro de quatro semanas.

Quanto à recomendação da Sinopharm, para haver um parecer médico antes da vacinação de indivíduos maiores de 60 anos, a secretária declarou que essa indicação estaria relacionada com a insuficiência de dados, no início dos ensaios clínicos, sobre a inoculação a essa faixa etária. Porém, actualmente, a quantidade de informações é cada vez maior e o Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) está a proceder à sua actualização constante.

Relativamente ao seguro adquirido pelo governo para os indivíduos vacinados, a secretária afirmou que a empresa de seguros oferece exactamente a mesma garantia para os três tipos de vacinas usados em Macau, e sublinhou, por outro lado, que quanto maior for o número de inoculados, menor será a despesa por pessoa. Além disso, apontou que o governo consultou as empresas de seguros, baseando-se numa lista concedida pela Autoridade Monetária de Macau, e depois de as companhias interessadas terem submetido as cotações, o Executivo tomou uma decisão, tendo, assim, todo o processo seguido as disposições legais.

Por fim, a secretária pediu à população de Macau para responder ao apelo do governo para o apoio à vacinação, sempre na perspectiva da voluntariedade e da escolha do tipo de vacina.

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