Índice de preços turísticos (IPT) referente ao 3º trimestre de 2021


O Índice de Preços Turísticos (IPT) foi de 116,58 no terceiro trimestre de 2021, crescendo 1,26%, em termos anuais, devido principalmente à ascensão de preços dos serviços de restauração, bem como dos pastéis e doces, porém, a descida de preços dos quartos de hotéis e dos bilhetes de avião compensou parte do crescimento. Entre as várias secções de bens e serviços, os índices de preços das secções restauração (+10,68%), assim como produtos alimentares, bebidas alcoólicas e tabaco (+7,01%) registaram os maiores acréscimos, face ao terceiro trimestre de 2020, todavia, os das secções alojamento (-8,99%), bem como transportes e comunicações (-7,16%) desceram, informam os Serviços de Estatística e Censos.

No terceiro trimestre de 2021 o IPT desceu 0,30%, quando comparado com o trimestre precedente. Os índices de preços das secções vestuário e calçado, assim como produtos alimentares, bebidas alcoólicas e tabaco baixaram 10,96% e 4,01%, respectivamente, em termos trimestrais, devido aos saldos do vestuário de Verão e ao decréscimo de preços dos pastéis e doces. Por seu turno, o índice de preços da secção alojamento subiu 13,26%, em termos trimestrais, em virtude da subida de preços dos quartos de hotéis.

O IPT médio dos quatro trimestres terminados no trimestre de referência, em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, desceu 8,83%. Realça-se que o índice de preços da secção alojamento e o da secção transportes e comunicações diminuíram 41,28% e 8,29%, respectivamente, contudo, o da secção restauração subiu 3,06%. Nos três primeiros trimestres de 2021 o IPT baixou 6,43%, face ao período homólogo de 2020, salientando-se que o índice de preços da secção alojamento (-36,95%) e o da secção transportes e comunicações (-9,46%) registaram decréscimos acentuados, porém, o da secção restauração (+4,82%) aumentou.

O IPT reflecte a variação de preços dos bens e serviços adquiridos pelos visitantes em Macau. As secções do IPT de bens e serviços baseiam-se na estrutura de consumo dos visitantes, nomeadamente: produtos alimentares, bebidas alcoólicas e tabaco; vestuário e calçado; alojamento; restauração; transportes e comunicações; medicamentos e bens de uso pessoal; divertimento e actividades culturais, bem como bens diversos.



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