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Serviços de Saúde criaram uma zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” nas suas instalações de serviços públicos Residentes podem usar repelente gratuitamente para se protegerem das picadas de mosquitos ao ar livre

Os residentes utilizam repelentes de mosquitos na zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” das “Estações de Saúde e Bem-Estar” dos bairros comunitários

O Governo da RAEM tem-se empenhado na concretização dos objectivos gerais e indicadores definidos no “Plano de Acção para Macau Saudável”, na concretização das três orientações políticas: “Antecipação de intervenção das doenças, descentralização de recursos, mudança de mentalidades”. O Governo tem ainda procurado aumentar a literacia em saúde e a capacidade de autogestão dos residentes através do programa “Comunidade Saudável”. Com vista a prevenir a propagação das “duas febres”, os Serviços de Saúde concluíram, no dia 20 de Maio, a criação de uma zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” nas suas instalações, incluindo as “Estações de Saúde e Bem-Estar”, o Centro Hospitalar Conde de São Januário, os centros de saúde, os postos de inspecção sanitária dos Serviços de Saúde nos postos fronteiriços, bem como as entradas e saídas das outras instalações de serviços públicos, num total de 50 postos, oferecendo repelentes de mosquitos gratuitos para uso dos residentes, no sentido de implementar a medida de “prevenção de picadas de mosquitos ao ar livre”.

O índice de propagação de mosquitos (ovitrap) em Macau registou 38,3% em Abril, o que significa que a actividade do mosquito Aedes albopictus entrou no seu período de pico. O risco de surtos das “duas febres” mantém-se nas regiões vizinhas. Face a esta situação, a prevenção de mosquitos ao ar livre é crucial, para além de eliminar as águas estagnadas. Os Serviços de Saúde lançaram, no dia 8 de Maio, o programa “Partilha de repelentes de mosquitos”, tendo criado, na primeira fase, uma “Zona específica” em 12 “Estações de Saúde e Bem-Estar”. Com base na experiência adquirida na fase experimental, este programa é alargado de forma ordenada ao Centro Hospitalar Conde de São Januário, centros de saúde, postos de inspecção sanitária nos postos fronteiriços e outras instalações de serviços públicos. Cada posto está equipado com repelentes de mosquitos cujos ingredientes activos são principalmente DEET ou icaridina, recomendados pela OMS, juntamente com instruções de utilização e observações. Os Serviços de Saúde disponibilizam pessoal para gerir, inspeccionar e reabastecer os repelentes de mosquitos regularmente.

O programa “Partilha de repelentes de mosquitos” é uma parte importante da iniciativa “Comunidade Saudável”, que visa melhorar a conveniência da autoprotecção contra os mosquitos por parte dos residentes, permitindo que a “prevenção da picada de mosquitos ao ar livre” se integre na vida quotidiana. Além disso, os serviços sob a tutela da Área dos Assuntos Sociais e Cultura, incluindo a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude, o Instituto de Acção Social, o Instituto Cultural e o Instituto do Desporto, estão a preparar a criação de uma zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” nas suas instalações, com conclusão prevista para Maio. Posteriormente, o programa será alargado a outros serviços públicos, conforme a necessidade, no sentido de reforçar ainda mais a rede comunitária de prevenção de mosquitos e criar um ambiente positivo para a prevenção de mosquitos entre a população em geral.

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