A equipa de gestão do CHCSJ realizou uma despistagem de risco em todas as instalações do hospital
Com vista a reforçar a prevenção e identificação de grandes riscos e perigos ocultos de segurança, e em estrito cumprimento das instruções do Chefe do Executivo, que estabelece que “os serviços do Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) devem reforçar a coordenação e disposições de planos, e melhorar ainda mais o trabalho da segurança geral de Macau, no sentido de garantir a harmonia e tranquilidade da conjuntura de Macau e a segurança da vida e dos bens da população”, os Serviços de Saúde, pautando-se pelo princípio de “prevenção prioritária”, iniciaram recentemente um trabalho multidimensional de optimização dos planos de contingência de saúde, bem como acções de despistagem de perigos e riscos de segurança. Estas iniciativas abrangem a coordenação de todas as instituições médicas de Macau, a realização de despistagem de risco oculta de segurança interna nos hospitais e a prevenção e controlo da propagação de doenças transmissíveis na comunidade. Através do mecanismo de cooperação interdepartamental e da mobilização das associações locais, os Serviços de Saúde unem esforços para proteger a vida, a segurança e a saúde dos residentes.
Tendo em conta a eventual ocorrência em Macau de incidentes súbitos graves de saúde pública, tais como incêndios que possam causar um elevado número de vítimas, os Serviços de Saúde elaboraram planos de contingência rigorosos e estabeleceram um mecanismo de mobilização que integra as principais instituições médicas de Macau, nomeadamente o Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) dos Serviços de Saúde, o Complexo de Cuidados de Saúde das Ilhas – Centro Médico de Macau do Peking Union Medical College Hospital, o Hospital Kiang Wu e o Hospital da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau, garantindo que, em caso de acidente, os recursos médicos possam ser mobilizados e rentabilizados de forma imediata e eficaz na execução dos trabalhos de salvamento e assistência médica.
O Centro Hospitalar Conde de São Januário, enquanto instituição central do sistema de cuidados de saúde públicos de Macau, realizou também despistagem profundas aos riscos de segurança das suas instalações e espaços envolventes. Há dias, a equipa de direcção do hospital, em conjunto com um “grupo de inspecção especializado” composto por profissionais das áreas de controlo de infecção hospitalar, instalações e equipamentos, e segurança, efectuou uma verificação de segurança abrangente e sistemática às infra-estruturas críticas de todo o hospital, incluindo instalações médicas, sistemas de segurança contra incêndios, redes de abastecimento de electricidade e água, e redes informáticas, visando eliminar os riscos desde a sua origem. Simultaneamente, reviu-se e optimizou-se o sistema de gestão de emergências do hospital para responder a incidentes graves e súbitos de saúde pública, condições climatéricas extremas e falhas nas instalações. Foram ainda promovidos, de forma contínua, exercícios de evacuação em caso de incêndio e de contingência perante falhas de sistemas, assegurando que todo o pessoal médico e de apoio logístico domine com fluidez os procedimentos de resposta. Na eventualidade de ocorrência de incidentes súbitos em ambiente hospitalar, como incêndios ou falhas técnicas, o plano de contingência será activado imediatamente e eficazmente, priorizando a transferência dos doentes afectados para locais seguros e notificando em simultâneo o Corpo de Bombeiros. Através da optimização contínua do plano da contingência, garante-se de forma efectiva a segurança dos doentes internados, utentes e profissionais de saúde, assegurando a continuidade das operações hospitalares normais e a prestação de serviços médicos à população mesmo em situações de emergência.
Para prevenir e controlar a propagação de doenças transmissíveis na comunidade, especialmente face ao risco de transmissão da Febre de Dengue e da Febre de Chikungunya (designadas por “duas febres”) que pode ser potenciado pelas elevadas temperaturas no Verão, os Serviços de Saúde traçaram um plano de prevenção e controlo omnidireccional. Através do mecanismo de cooperação interdepartamental e em articulação com as forças associativas locais, tem sido realizado uma despistagem contínua nos pontos de risco de proliferação de mosquitos na comunidade e em estaleiros de construção, contando ainda com o apoio de meios tecnológicos (tais como drones), adoptando um conjunto de medidas integradas para interromper as cadeias de transmissão de doenças.
Os Serviços de Saúde continuarão a integrar os recursos médicos de Macau e, através do mecanismo de cooperação interdepartamental combinada com a mobilização das associações locais, irãoaperfeiçoar constantemente os planos de contingência e os sistemas de gestão de saúde, identificando os diversos riscos ocultos de segurança. Deste modo, irão consolidar a linha de defesa da segurança de saúde de Macau a vários níveis, salvaguardando com convicção, a vida, a segurança e a saúde dos residentes.




