Criação da zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” nos centros educativos subordinados à Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude
Para concretizar os objectivos gerais definidos no “Plano de Acção para Macau Saudável” do Governo da RAEM, bem como implementar as três orientações políticas: “Antecipação de intervenção das doenças, descentralização de recursos, mudança de mentalidades”, o Governo da RAEM, através do programa “Comunidade Saudável”, aprofunda a cooperação interdepartamental para elevar a literacia em saúde dos residentes e promover as suas capacidades de autogestão da saúde. Com vista a prevenir a propagação da febre de dengue e da febre chikungunya (doravante designadas por “duas febres”), a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude, o Instituto Cultural, o Instituto do Desporto, os Serviços de Saúde e o Instituto de Acção Social criaram uma zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” nas suas instalações de serviços públicos. Actualmente, existem cerca de 200 pontos nos bairros comunitários de Macau, abrangendo as 12 “Estações de Saúde e Bem-Estar”, o Centro Hospitalar Conde de São Januário, os centros de saúde, os postos de inspecção sanitária nos postos fronteiriços, as instalações educativas e de actividades juvenis, os espaços culturais, artísticos e históricos, as instalações de serviços sociais, as instalações desportivas, entre outros.
A zona específica para a “partilha de repelentes de mosquitos” é uma medida importante da iniciativa “Comunidade Saudável”. Os repelentes de mosquitos equipados nos pontos contêm principalmente DEET ou icaridina, ingredientes activos recomendados pela Organização Mundial da Saúde, juntamente com instruções de utilização e observações, no sentido de ajudar os residentes a utilizarem correctamente os repelentes de mosquitos de forma a obter a melhor protecção contra os mosquitos. No futuro, a medida será alargada a outros serviços públicos, conforme necessário, para melhorar as redes comunitárias de prevenção de mosquitos, facilitar a autoprotecção dos residentes contra as picadas de mosquitos e integrar a “prevenção de picadas de mosquitos ao ar livre” na vida quotidiana.
Com a chegada do Verão e o contínuo aumento da temperatura, o índice de propagação de mosquitos (ovitrap) em Maio registou 57,3%, um aumento significativo face aos 38,3% de Abril, indicando que os mosquitos Aedes albopictus entraram no seu período de maior actividade e que o risco de propagação das “duas febres” continua a aumentar. Face a esta situação, além de eliminar a água estagnada e a fonte de reprodução de mosquitos, o uso de repelente de mosquitos pelos residentes antes de sair de casa é também crucial para a prevenção de picadas de mosquitos. A chave para a prevenção e o controlo das doenças transmitidas por mosquitos reside no controlo da fonte, os residentes devem tomar as “três medidas anti-mosquito” para prevenir e controlar em conjunto estas doenças:
1. Prevenir a “proliferação” de mosquitos no domicílio: Elimine regularmente as águas estagnadas próximas dos locais de trabalho e do domicílio, de forma a erradicar a proliferação de mosquitos e de larvas;
2. Impedir a “entrada” de mosquitos em espaços interiores: Utilize redes mosquiteiras nas janelas, nas camas, ou ligue o ar condicionado, entre outras medidas, para reduzir a possibilidade de serem picados por mosquitos;
3. Proteger-se contra “picadas” ao ar livre: Ao realizar actividades ao ar livre, é melhor vestir roupas com mangas compridas e calças compridas, preferencialmente de cores claras e aplicar repelente de mosquitos nas partes expostas da pele ou na roupa, de forma a evitar picadas de mosquitos.






