No fim do ano 2025 havia na Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) 2.055 médicos inscritos, 707 médicos de medicina tradicional chinesa/mestres de medicina tradicional chinesa inscritos, 288 médicos dentistas/odontologistas inscritos e 3.039 enfermeiros inscritos. Existiam: 3,0 médicos por 1.000 habitantes; 1,0 médicos de medicina tradicional chinesa/mestres de medicina tradicional chinesa por 1.000 habitantes; 0,4 médicos dentistas/odontologistas por 1.000 habitantes e 4,4 enfermeiros por 1.000 habitantes, estes dados foram semelhantes aos de 2024, informam os Serviços de Estatística e Censos.
Com a entrada em funcionamento das camas de internamento no Complexo de Cuidados de Saúde das Ilhas - Centro Médico de Macau do Peking Union Medical College Hospital, os 6 hospitais da RAEM disponibilizaram um total de 1.882 camas de internamento no fim do ano em análise, mais 103, em termos anuais. Em 2025 a taxa de utilização das camas de internamento dos hospitais da RAEM foi de 72,8%, registando-se um acréscimo de 1,3 pontos percentuais.
No ano de referência o número de utilizadores dos serviços hospitalares (consultas externas, serviços de urgência, serviços de internamento e serviços operatórios) foi de 2.474.000. Destaca-se que o número de utilizadores atendidos: nas consultas externas; nos serviços de urgência; nos serviços de internamento e nos serviços operatórios foram de: 1.966.000; 429.000; 58.000 e 22.000, respectivamente. De entre os utilizadores atendidos nas consultas externas dos hospitais, observou-se que o número de atendidos nas consultas de “medicina física e de reabilitação” (271.000, 13,8% do total) foi o mais elevado, seguido pelo número de atendidos nas consultas de “medicina tradicional chinesa” (262.000, 13,3% do total).
No fim do ano 2025 foram atendidos na RAEM 3.940.000 indivíduos nos 767 estabelecimentos de cuidados de saúde primários (como sejam os centros de saúde e os consultórios particulares). Salienta-se que o número de indivíduos atendidos nos consultórios particulares (3.008.000) e o de atendidos nos estabelecimentos de saúde do Governo (932.000) representaram 76,3% e 23,7% do total, respectivamente.