Lançado O Consumidor 394
O recém-lançado boletim “O Consumidor” n.º 394 publicou o relatório do inquérito sobre os preços do serviço de aluguer de arrecadações, bem como os resultados do teste de metais pesados a matérias gordas para barrar, em que não foi detectada a presença de arsénio total e chumbo em nenhuma das 10 amostras recolhidas.
Existência de diferenças no preçário e nas regras entre as empresas de aluguer de arrecadações
Nos anos recentes, muitos consumidores optam por alugar arrecadações por motivo da realização da obra de decoração ou da conservação de diversos bens. A fim de fornecer informações de referência nesta matéria, o Conselho de Consumidores (CC) realizou um inquérito sobre os preços do serviço de aluguer de arrecadações.
O presente inquérito mostra que, actualmente, existem em Macau 6 empresas de aluguer de arrecadações que têm um total de 11 armazéns. O tamanho das arrecadações diferencia-se entre as empresas, que oferecem no mínimo 2 opções e no máximo 12 opções. A renda é condicionada pelo tamanho da arrecadação a alugar, enquanto o período mínimo de aluguer é de 1 mês. Independentemente da duração do contrato de aluguer, cabe aos consumidores pagar uma caução de valor correspondente a 2 meses de renda. Quanto ao horário de acesso à arrecadação, 5 empresas garantem um acesso de 24 horas por dia. Todas as empresas investigadas permitem o acesso por cartão inteligente, o qual é de carácter oneroso na maioria das mesmas. Há algumas empresas que disponibilizam ainda o acesso por senha ou código QR além do cartão.
Tendo em conta as divergências entre as empresas no que diz respeito ao preçário, ao horário de acesso à arrecadação, às cláusulas sobre a cessação antecipada do contrato e o reembolso, aos descontos, às medidas de segurança e de higiene e à lista de bens proibidos, aconselha-se que os consumidores tomem uma opção acertada conforme o orçamento, a localização e os bens a armazenar. As informações recolhidas no dito inquérito encontram-se publicadas na nova edição do “O Consumidor”.
Arrumação profissional para tirar proveito do espaço de arrecadação
Numa entrevista publicada nesta edição do “O Consumidor”, a Presidente fundadora da Associação de Arrumação e Organização de Macau, Ho Choi Fun indicou as questões comuns que os consumidores encontram na utilização de arrecadações, como a má organização de bens, o descuido na protecção contra a humidade e o espaço desperdiçado. A Presidente prestou conselhos profissionais nas áreas de organização, categorização e elaboração de lista antes de armazenar bens na arrecadação, os quais ajudam os consumidores a aproveitar melhor o espaço de arrecadação. Aliás, forneceu ainda as precauções sobre a utilização correcta de arrecadações.
Aprovadas todas as amostras de matéria gorda para barrar
O CC e o Instituto para os Assuntos Municipais cooperaram para submeter 10 amostras de matéria gorda para barrar, incluindo a manteiga, à detecção de metais pesados, em que não lhes foi detectada a presença de arsénio total e chumbo. Os resultados do teste e os conselhos sobre a escolha e o consumo estão constantes na nova edição do “O Consumidor”.
Nesse boletim, a Associação Geral dos Indústria de Limpeza de Serviço de Macau apresentou os métodos correctos de limpar mobílias e aparelhos de confecção de diferentes materiais no sentido de assegurar uma vida útil prolongada. Na secção “Dicas de consumo”, é publicado um texto sobre as precauções a ter na reparação de telemóveis. Os consumidores podem aceder à página electrónica do CC ou à sua conta de WeChat para visualizar variadas edições do “O Consumidor”, consultando as informações sobre a defesa dos direitos, tais como os relatórios de teste e investigação divulgados pelo CC e as dicas de consumo.
