Entre Julho e Setembro de 2026 a taxa de desemprego dos residentes (2,3%) diminuiu 0,2 pontos percentuais, face ao período anterior (Junho a Agosto de 2026), enquanto que a taxa de subemprego dos residentes se manteve em 2,0%, informam os Serviços de Estatística e Censos.
O número de residentes desempregados foi de 6.800, a maioria dos que estavam à procura de novo emprego trabalhava anteriormente no ramo de actividade económica das lotarias e outros jogos de aposta e no ramo da construção. Além disso, o número de residentes desempregados à procura do primeiro emprego representou 16,6% dos residentes desempregados, menos 2,3 pontos percentuais, face ao período precedente. O número de residentes subempregados foi de 6.000, salientando-se que a maioria trabalhava no ramo dos serviços prestados às empresas e no ramo da construção.
Em termos globais, a taxa de desemprego (1,8%) diminuiu 0,2 pontos percentuais, face ao período transacto, ao passo que a taxa de subemprego (1,6%) subiu ligeiramente 0,1 pontos percentuais.
A mediana do rendimento mensal do emprego dos residentes empregados e a da população empregada no terceiro trimestre de 2026 foram de 20.500 e 18.000 Patacas, respectivamente.
A metodologia de inquirição e os conceitos estatísticos do Inquérito ao Emprego (como a definição de desemprego e a de subemprego) são definidos de acordo com as recomendações da Organização Internacional do Trabalho. O âmbito estatístico do Inquérito ao Emprego engloba todas as unidades de alojamento da Península de Macau, da Taipa e de Coloane, e exclui as unidades de alojamento colectivas, nomeadamente, dormitórios escolares e lares de terceira idade. O objecto estatístico abrange os indivíduos que residem naquelas unidades, não estando incluídos os residentes da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), nem os trabalhadores não residentes, que trabalham na RAEM mas residem no exterior. De acordo com as estimativas preliminares dos registos de migração, o número médio de residentes da RAEM e trabalhadores não residentes, que trabalhavam na RAEM mas viviam no exterior, foi estimado em cerca de 112.900 no período de referência. A mão-de-obra total, composta por estes indivíduos e pela população activa que vivia na RAEM, era de aproximadamente 494.900 pessoas, menos 800, face ao período precedente.