Parasomnia, um teatro imersivo com recurso a instalações de imagens e sons, leva os espectadores a reflectirem sobre os estados de sono e consciência através de artes visuais, poemas e sugestões interactivas. A artista portuguesa Patrícia Portela transforma a Casa do Mandarim, um dos ícones do património de Macau, em várias divisões, incluindo sala de estar, quarto, casa de banho, sala de leitura e sala-mistério. Inspirando-se da vida quotidiana, ela induz a público a reflectir nas suas relações com o seu verdadeiro eu, corpo, estado psicológico e sociedade.

Patrícia Portela baseou este trabalho no ensaio incompleto Sobre o Sono, o Despertar e a Ausência de Sonhos (1890) , de autoria de Acácio Nobre, e nas suas reflexões acerca das descobertas de dois neurofísicos do século XIX sobre o sono dos pássaros. Patrícia Portela é uma escritora e artista multimédia portuguesa, activa nos círculos de arte contemporânea de Portugal e da Bélgica, e com uma rica experiência em cenografia, imagem, literatura e filosofia. Em Portugal, os seus trabalhos já receberam prestigiantes prémios, como o Prémio Acarte/Maria Madalena de Azeredo Perdigão da Fundação Gulbenkian, e foi uma das cinco finalistas do prémio Sonae Media Art.

Conceito, Texto e Espaço: Patrícia Portela
Pós-produção do Mural Vídeo: Irmãlúcia Efeitos Visuais
Espaço Sonoro: Christoph de Boeck
Vozes: Célia Fechas e convidados
Violino: Elisabeth Drouwé

Duração: aproximadamente 1 hora e 45 minutos, sem intervalo
Gravações em cantonense, português e inglês disponíveis em partes do espectáculo

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Conteúdo fornecido por: Instituto Cultural (IC)

Última actualização: 2018-05-03 19:55

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