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Notícias
Empenho no fornecimento seguro e estável de energia
O secretário para os Transportes e Obras Públicas, Lau Si Io afirmou, hoje (12 de Junho), que o governo tem-se empenhado em garantir um fornecimento seguro e estável de energia eléctrica, um dos objectivos fundamentais das Linhas de Acção Governativa. Em resposta à interpelação oral da deputada Kwan Tsui Hang sobre a estabilidade do fornecimento de energia, cortes resultantes da sobrecarga e quais os planos de produção de energia através de gás natural, Lau Si Io, presente esta tarde no plenário da Assembleia Legislativa, disse que no ano de 2005, o Governo da RAEM criou um Gabinete responsável pela realização de uma série de projectos e estudos na área da energia, incluindo as questões de fiscalização e fornecimento de energia eléctrica, no sentido de responder às necessidades resultantes do rápido desenvolvimento social e económico de Macau. O secretário lembrou que “garantir um fornecimento seguro e estável de energia é uma política do Governo na qual se tem empenhado na sua implementação, sendo também um dos objectivos básicos das Linhas de Acção Governativa. O Governo lançou uma série de estudos; implementou também, de forma gradual, algumas políticas e medidas concretas, de modo a proporcionar, através de diversas vias e de diferentes perspectivas, um fornecimento de energia suficiente e fiável para um rápido desenvolvimento económico de Macau, procurando as medidas e políticas de fornecimento de energia que melhor beneficiem o desenvolvimento de Macau a longo prazo.” Referiu que considerando a escassez de terreno em Macau e a preservação ambiental, o governo decidiu que não seriam construídas mais centrais eléctricas, como também, na devida altura, irá dar início à remoção da central eléctrica existente na Rua dos Pescadores. “O Governo reforçará ainda mais a cooperação com o Continente, bem como, aumentará gradualmente a importação de electricidade do Continente, por forma a satisfazer o aumento do consumo de energia eléctrica. Por outro lado, tendo em consideração a necessidade de uma estratégia de fornecimento seguro e estável de electricidade, o Governo decidiu manter a central localizada na ilha de Coloane, a fim de servir de reserva estratégica para a produção eléctrica”, acrescentou. Lau Si Io revelou que “Em relação às infra-estruturas, com o crescimento da procura de energia eléctrica, o Governo consolida e intensifica dois aspectos relativos às redes de fornecimento de energia eléctrica, nomeadamente: 1 - para reforçar a capacidade de transmissão eléctrica do continente, foram construídas a 2ª e 3ª interligações, estando em estudo a construção futura de uma 4ª interligação, podendo assim aumentar a segurança na transmissão eléctrica através de vários pontos de transmissão; 2 - reestruturar todas as redes de fornecimento de energia eléctrica de Macau, elevando a tensão da transmissão eléctrica para 220 kV e construir um circuito primário de 110 kV, a fim de aumentar a segurança e a eficiência energética, aperfeiçoando a fiabilidade das redes eléctricas do Território.” Lau Si Io referiu, relativamente aos vários incidentes de interrupção de fornecimento de energia eléctrica ocorridos no mês passado, na zona do NAPE, que o governo preocupou-se bastante com o caso e exigiu imediatamente à companhia de electricidade uma inspecção-geral e a adopção de medidas, no sentido de garantir o fornecimento normal de energia, adiantando que, posteriormente, foi feita a análise do relatório e respectivo anúncio ao público. Reiterou que “a posição do Governo foi sempre de seguir rigorosamente os mecanismos de monitorização e de coerção estipulados no contrato de concessão e na lei e de supervisionar as obrigações da companhia de electricidade de maneira a aumentar continuamente a qualidade dos serviços, assegurando os interesses dos cidadãos.” Quanto ao processo de introdução do gás natural em Macau, o secretário disse que, actualmente, o governo está a acompanhar as acções da concessionária, de acordo com a calendarização estipulada no projecto, para que esta cumpra rigorosamente o prazo definido de introdução do gás natural em finais deste ano. E adiantou que, no que diz respeito à companhia de electricidade, estão já a ser reforçados os procedimentos de obras e instalações para produção de energia eléctrica com recurso ao gás natural.
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Prazo para a apresentação de opiniões sobre o Mecanismo de Aperfeiçoamento da Qualidade prorrogado até 30 de Junho
Por incumbência do Instituto de Acção Social (IAS), a Universidade Shue Yan de Hong Kong encetou o Projecto de Estudo e Criação do Mecanismo de Aperfeiçoamento da Qualidade (Quality Improvement Mechanism - QIM), tendo concluído o trabalho do Estudo de Base do projecto. Para recolher opiniões valiosas sobre o conteúdo do relatório do referido estudo, o IAS convidou os equipamentos sociais subsidiados regularmente pelo mesmo Instituto, bem como as unidades e indivíduos interessados nos serviços sociais para apresentarem as suas opiniões no período entre 30 de Abril e 15 de Junho de 2007. A pedido de alguns equipamentos sociais, o IAS resolveu alargar o prazo de recolha de opiniões até 30 de Junho de 2007, podendo os interessados apresentar as suas opiniões junto ao IAS através dos seguintes meios: E-mail: qim@ias.gov.mo Fax: 28355161ou 28330315 Por correio ou em mão: Instituto de Acção Social, Estrada do Cemitério, n.° 6 Nota: Das opiniões apresentadas deve constar a indicação “Consulta de Opinião sobre o QIM”. O documento para consulta encontra-se disponível na sede do IAS, sita na Estrada do Cemitério, n.° 6, para levantamento, e no site do IAS: www.ias.gov.mo para download. O IAS espera, através da recolha de opiniões, construir em conjunto com as instituições não governamentais um Mecanismo de Aperfeiçoamento da Qualidade que se adeque à situação real da sociedade de Macau e que possa vir a corresponder gradualmente à prática da comunidade internacional, por forma a concretizar o objecto, ”Serviço de qualidade que visa obedecer ao lema de servir a população”.
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IFT Students among Winners of the “2007 Global Enterprise Experience”
An investment company with an environmental conscience has been judged the winner of the 2007 Global Enterprise Experience, a business-concept competition uniting 650 students from 34 countries. The winning team are: Marit Borrmann (Germany), Patient Irumva (Rwanda), Chloe Dallaway (New Zealand), Katharina Von Kracht (Germany), Angela Delfina Mateus (Macao PR China) and Ka Leng Ho (Macao PR China), both 4th year student of Tourism Business Management major in the Institute For Tourism Studies (IFT). “Global Enterprise Experience” was established in 2004 by Victoria University of New Zealand and Te Kaihau Ltd, a group of Wellington-based innovation and management consultants. Led by Victoria University students from the School of Marketing and International Business, the international teams had three weeks to design and jointly write a business proposal using web-based communication technology. This year’s theme required a venture that fosters environmental sustainability that draws on the talents and opportunities in the team members' countries. The winning business concept - Bios Investments, is an asset management company that strategically invests in companies that offer both immediate financial returns and environmentally sustainable returns for future generations. In addition, rather than simply returning dividends to investors, a two per cent portion will be devoted to implementing a green marketing campaign. Soo May Cheng, Professor of IFT who encouraged students to participate in the 2007 Global Enterprise Experience, says she is very pleased to see two of her students’ names in the winning team, and several others commended. This competition is a valuable experience for her students to develop a more global outlook and be confident to participate in international events in future. According to the Director of the Global Enterprise Experience, Deb Gilbertson, each year the number of entries doubles, and the quality and creativity of the students’ proposals is increasingly impressive. The competition showcases young people’s ability in developing global partnerships. In her letter to Professor Soo May Cheng, she mentions that her students are reliable, hard working and capable and she is delighted to hear that they will be participating again next year. Head of Victoria’s School of Marketing & International Business, Associate Professor Val Lindsay, states that the competition is a valuable opportunity for students to put their business skills to practice, and to further develop skills in leadership and communication technology. “This is a real-life opportunity for our students to apply their learning in developing international business while dealing with all the complexities of languages, cultures, time zones, religions, world views and levels of wealth,” Dr. Lindsay says. The teams were judged by Dion Mortensen (Movac Ltd), Kerry Prendergast, Steph Smith (Creative Manufacturing Cluster), Tim Gibson (New Zealand Trade and Enterprise) and Fulvia Farinelli (United Nations Conference on Trade and Development, Geneva).
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Excursões e Ocupação Hoteleira referentes a Abril de 2007
Entraram no Território em Abril de 2007, 353.816 visitantes através de viagens turísticas organizadas pelas agências de viagem, os quais aumentaram 29,7% em comparação com os do mês homólogo de 2006. Os visitantes eram provenientes principalmente da China Continental (243.339), os quais face a Abril de 2006 aumentaram 7,1%, seguindo-se os de Hong Kong (37.135) e Taiwan, China (32.665), que aumentaram significativamente 240,2% e 109,5% respectivamente. Nos primeiros quatro meses de 2007, o número de visitantes que chegaram a Macau, através de viagens turísticas organizadas pelas agências de viagem, atingiu 1.409.112, o que representa um aumento significativo de 40,1%, face ao período homólogo de 2006. Em Abril de 2007, o número de residentes de Macau que viajaram para o exterior em excursão foi de 20.006, correspondendo a uma diminuição de 26,1% em relação ao idêntico mês do ano transacto. A China Continental, a Tailândia e Taiwan, China foram as três principais preferências dos residentes de Macau, com 81,9%; 5,0% e 3,9%, respectivamente. Nos primeiros quatro meses de 2007, registou-se uma diminuição de 28,0% no número de residentes (64.113) que viajaram para o exterior em excursão, relativamente ao mesmo período de 2006. Por seu turno, o número de residentes de Macau que viajaram para o exterior, sem ser em excursão, mas com recurso a serviços prestados pelas agências de viagem, foi de 22.833, representando uma diminuição de 26,8% face a Abril de 2006. Os destinos preferidos desses indivíduos foram Hong Kong (39,5%), China Continental (27,1%) e Taiwan, China (18,2%). Nos primeiros quatro meses de 2007, 100.920 residentes viajaram para o exterior desta maneira, mas relativamente ao mesmo período de 2006 este número baixou 13,7%. O número total de quartos disponíveis dos hotéis e estabelecimentos similares no fim de Abril de 2007 foi de 13.049 o que corresponde a um crescimento de 15,2%, ou seja, 1.726 quartos, comparativamente ao idêntico mês de 2006. Registaram-se em Abril de 2007, 499.619 hóspedes nos hotéis e estabelecimentos similares do Território, o que representa um acréscimo de 24,2% relativamente ao mês homólogo de 2006. A taxa de ocupação média dos estabelecimentos hoteleiros cresceu 1,4 pontos percentuais, atingindo 79,2%. A taxa de ocupação média dos hotéis de 4 estrelas situou-se em primeiro lugar, com 86,7%. Em termos de permanência dos hóspedes foi observada uma média de 1,16 noites, sendo igual à de Abril de 2006. Os principais mercados da indústria hoteleira de Macau foram a China Continental e Hong Kong, representando 51,4% e 30,1% do total, respectivamente. Nos primeiros quatro meses de 2007, os estabelecimentos hoteleiros registaram 1.832.876 hóspedes, ou seja, +24,8% em relação ao mesmo período de 2006. No período em análise, o número de hóspedes dos estabelecimentos hoteleiros representou 42,4% do total de turistas, esta percentagem foi superior à registada no período homólogo de 2006 (40,9%).
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Chefe do Executivo termina visita a Hunan
O Chefe do Executivo, Edmund Ho terminou, hoje (11 de Junho), a visita de quatro dias à Província de Hunan, depois de participar nas actividades no âmbito do 4º Fórum para a Cooperação e Desenvolvimento da Região do Grande Delta do Rio das Pérolas. Durante a sua estadia na Província Hunan, Edmund Ho participou na cerimónia de inauguração do Fórum, Cimeira do Fórum, “colóquio entre responsáveis oficiais da zona “9+2” e da área do comércio de 10 países da ASEAN”, bem como na “Conferência Conjunta dos Chefes do Executivo do Fórum”. Ontem à tarde deram-se por terminados os trabalhos do 4º Fórum, tendo ficado decidido na cimeira de líderes da Região do Grande-Delta do Rio das Pérolas, de que o 5º Fórum para a Cooperação e Desenvolvimento da Região do Grande Delta do Rio das Pérolas e Encontro de Negócios será organizado pelo Governo da Região Autónoma de Guangxi. Edmund Ho visitou ainda a antiga residência do Ex-Presidente da República, Mao Zedong, situada na cidade de Shaoshan daquela Província, regressando a Macau durante tarde do dia de hoje.
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Macau é uma plataforma para membros do FGDRP e PLP
O Chefe do Executivo, Edmund Ho, salientou que a Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) esforça-se activamente por desempenhar a função de plataforma e proporcionar um potencial mercado de desenvolvimento para os membros do Fórum do Grande Delta do Rio das Pérolas e os países da língua portuguesa. O Chefe do Executivo, que se encontra na cidade Changsha, na província Hunan, para o 4º Fórum para a Cooperação e Desenvolvimento da Região do Grande-Delta do Rio das Pérolas, disse hoje (10 de Junho), durante a conferência de imprensa conjunta dos chefes das províncias, regiões autónomas e regiões administrativas especiais participantes no evento, que, o Governo Central tomou a decisão de estabelecer o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países da Língua Portuguesa em 2003, incluindo os mecanismos de conferência ministerial e encontro dos empresários da China e dos países da língua portuguesa. E, lembrou que a iniciativa aconteceu, primeiro como uma parte importante da estratégia diplomática global do País, e, segundo, para aproveitar as vantagens de Macau, em termos históricos, linguísticos e culturais, perante os países da língua portuguesa. Edmund Ho frisou que o volume global do comércio entre a China e os países lusófonos cresceu de 10 mil milhões de dolares norte-americanos em 2003 para 30 mil milhões até aos dias de hoje. E, que muitos dos países membros do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países da Língua Portuguesa encontram-se em fase de desenvolvimento com elevada procura de produtos, tecnologia e investimento. Assim, acrescentou que a RAEM não se tem poupado a esforços para, em resposta às orientações e desejos do governo central, cumprir a função da plataforma e garantir um mercado com grandes potencialidades de desenvolvimento para os membros do Fórum do Grande Delta do Rio da Pérolas. O mesmo responsável indicou que, por exemplo, no contexto do Fórum do Grande Delta do Rio das Pérolas, a Província Fujian tem aproveitado a plataforma de Macau para estabelecer, nos últimos anos, relações amplas e potenciais com os países da língua portuguesa nas áreas de comércio e investimento. E, que o Governo de Macau tem envidade grandes esforços para promover a qualidade de serviços locais junto dos membros do Fórum do Grande Delta do Rio das Pérolas, para uma maior facilidade de entrada nos mercados do países da língua portuguesa e consolidação do papel de intermediário do território. Edmund Ho sublinhou que Macau se tem empenhado também para, com a cooperação da comunicação social local, fornecer informações sobre o papel de plataforma entre a China e os países da língua portuguesa. E, que tenciona ir mais longe, no sentido de uma cooperação cabal o a comunicação social da região do Grande Delta do Rio das Pérolas, para reforço do intercâmbio na área de informação para uma maior divulgação e conhecimento sobre da funções do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países da Língua Portuguesa.
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