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Os Serviços de Saúde registaram o primeiro caso de infecção colectiva pelo enterovírus 71 do corrente ano

Nos últimos dias, os Serviços de Saúde foram notificados de 3 casos de infecção colectiva por enterovírus, que ocorreram respectivamente na turma A da Creche São João sita na Rua Cidade de Porto com 5 alunos infectados, na Creche "O Pequeno Mundo" sita na Rua do Almirante Costa Cabral com 8 alunos infectados e na Creche "O Golfinho" da Associação Geral das Mulheres de Macau sita na Avenida dos Jardins do Oceano na Taipa, com 5 alunos infectados. A situação de todas as crianças infectadas foi ligeira e as mesmas foram submetidas a tratamento hospitalar, das quais um aluno da Creche "O Golfinho" foi internado por ter sofrido de dificuldade de ingestão devido à dor na boca, mas apresentou melhorias posteriormente e já teve alta, não tendo havido qualquer caso com sintoma anormal do sistema nervoso ou graves complicações. Os Serviços de Saúde já procederam à recolha de amostras das crianças doentes para análise laboratorial e as 3 creches em causa já tomaram as medidas de controlo da infecção, tais como a limpeza e a desinfecção gerais. Hoje (dia 23), os resultados das análises efectuadas comprovam que o caso de infecção colectiva ocorrido na Creche "O Pequeno Mundo" foi causado pelo enterovírus 71 que, todavia, não constitui a causa do caso verificado na Creche São João. As amostras recolhidas da Creche "O Golfinho" ainda se encontram na fase de análise. Os Serviços de Saúde já solicitaram e deram orientações às creches para reforçarem as medidas de controlo da infecção tais como a limpeza e a desinfecção, e ordenaram à Creche "O Pequeno Mundo" para suspender provisoriamente as aulas e proceder à limpeza e desinfecção gerais do ambiente, a fim de prevenir eventual infecção cruzada entre as crianças. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar com atenção estreita o desenvolvimento da situação epidemiológica, sublinhando que a maioria dos doentes infectados por enterovírus pode recuperar automaticamente. Contudo, uma parte muito reduzida dos infectados pode sofrer de complicações fatais. Macau nesta altura já entrou no pico da estação epidémica de enterovírus, motivo pelo qual se apela aos pais, alunos e pessoal das instituições educativas e lares para tomarem as seguintes medidas preventivas: Medidas pessoais:  Lavar as mãos: Antes de contactar a boca, o nariz e os olhos com as mãos, antes das refeições, após a utilização das instalações sanitárias, depois de manusear fraldas de crianças ou objectos sujos;  Cortesia: Cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando tossir e espirrar, adoptando medidas de precaução no manuseamento das secreções nasofaríngeas;  Diminuir os contactos: Evitar os lugares densamente frequentados, as multidões e os lugares pouco ventilados;  Aumentar a resistência: Manter uma alimentação equilibrada e uma hidratação adequada, praticar desporto e descansar o suficiente, evitar cansar-se demasiado e não fumar para aumentar a imunidade;  Recorrer de imediato ao médico: Em caso de aparecer com sintomas de febre e doença da mão, pé e boca ou herpangina, recorrer imediatamente a consulta médica, especialmente com ocorrência de sintomas graves. Medidas a aplicar pelos estabelecimentos de ensino ou lares  Higiene ambiental: Manter uma renovação de ar suficiente em recintos fechados, utilizando frequentemente a lixívia diluída na proporção de 1:100 para limpar os locais com os quais as crianças frequentemente têm contacto, tais como as mesas, as cadeiras, os brinquedos e as paredes até à altura de 1 metro etc.;  Os doentes devem suspender a ida às aulas e a frequência de creches: Prestar atenção à situação dos elementos do pessoal e das crianças, quando aparecerem com sintomas de febre e doença da mão, pé e boca ou herpangina, devem suspender a ida às aulas e ao trabalho;  Notificação oportuna: Em caso de aparecer uma infecção colectiva com uma situação anormal entre as crianças e os elementos de pessoal, devem informar, imediatamente, o Centro de Controlo e Prevenção da Doença dos Serviços de Saúde (Tel.: 2853 3525, fax: 2853 3524) e o Instituto de Acção Social ou a Direcção dos Serviços de Educação e Juventude.


A água nas áreas marítimas circundantes de Macau não está contaminada por radioactividade

Na sequência do Governo do Japão ter detectado que a água nas áreas marítimas circundantes da Central Nuclear de Fukushima estava contaminada por radioactividade, os Serviços de Saúde estão a vigiar estreitamente o eventual impacto daquela contaminação na qualidade da água nas áreas marítimas circundantes de Macau. De acordo com os testes laboratoriais efectuados às amostras colhidas no dia 23 de Maio, nos 11 locais junto da área litoral de Macau, os resultados dos mesmos mostram que a água não está contaminada. Por outro lado, os Serviços de Saúde, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, continuam a prestar no posto de exame médico de radioactividade instalado no aeroporto e no Centro Hospitalar Conde de São Januário, o serviço de exame médico de radioactividade às pessoas que dele necessitem. Na semana passada (entre os dias 17 e 23 de Maio), 7 indivíduos que chegaram a Macau depois de visitarem o Japão submeteram-se ao exame dos níveis de radioactividade, a título voluntário, e obtiveram resultado normal, não tendo nenhum deles necessitado de exame médico. Quanto ao Centro Hospitalar Conde de São Januário, não há registo de residentes que tivessem realizado voluntariamente o exame médico de radioactividade, na última semana. Para além disso, visto que o acidente nuclear no Japão já ocorreu há algum tempo, as medidas preventivas adoptadas em Macau estão a ser implementadas com eficácia e, os cidadãos, por sua vez, já passaram a apresentar-se bastante mais calmos e racionais perante este acontecimento, razão pela qual se tem registado uma queda significativa de pedidos de informação em relação a este assunto através da linha aberta no. 28-561-122 dos Serviços de Saúde. Por este motivo, a partir de hoje (dia 23) os Serviços de Saúde terminam provisoriamente a divulgação periódica dos resultados dos testes de detecção de radioactividade efectuados às águas da área litoral de Macau, mas continuam a tomar atenção à evolução da situação do caso e às eventuais alterações da qualidade das águas litorais de Macau e apelam a atenção dos cidadãos para esta medida.


Delegação composta por responsáveis pela divulgação de informações do Governo da RAEM de visita a Pequim (Tradução: GCS)

Uma delegação constituída por responsáveis pela divulgação de informações do governo da RAEM visitou vários serviços ligados ao sector homólogo de Pequim. O chefe do Gabinete do Chefe do Executivo do Governo da RAEM e porta-voz do governo Alexis Tam à frente desta delegação visitou o gabinete de Imprensa do Conselho de Estado e do porta-voz do ministério de Educação, onde ambas as partes trocaram opiniões. Também participaram num almoço oferecido pelo vice-director do gabinete de imprensa junto do Conselho de Estado, Wang Zhongwei e num jantar oferecido pela vice-directora do Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau junto do Conselho de Estado, Hua Jian. Alexis Tam num encontro com Wang Zhongwei deu a conhecer o trabalho que tem sido efectuado desde a sua constituição. O mesmo descreveu que assim que o chefe do executivo, Chui Sai On, criou o Gabinete de Porta-voz, no ano passado, através de despacho, foram constituídos três níveis de mecanismos de porta-voz, por forma a intensificar os contactos entre o governo e a imprensa e entre o governo e a sociedade, levando a que os serviços públicos criassem mais iniciativa e divulgassem as informações de forma atempada junto dos órgãos de comunicação social e do público, consequentemente na divulgação das políticas do governo, esclarecimentos e em tempo útil eliminar as preocupações da população em geral. Alexis Tam reafirmou também que a sociedade tem efectuado uma avaliação positiva sobre a aplicação do mecanismo de porta-voz e que o governo irá continuar a realizar cursos de formação aos dirigentes e coordenadores através de intercâmbio com outras regiões com experiências mais avançadas. O vice-director do gabinete de imprensa junto do Conselho de Estado, Wang Zhongwei referiu, durante um almoço oferecido à delegação, que Macau tem demonstrado um maior espaço de desenvolvimento, razão pela qual considera necessário intensificar o sistema de divulgação de informações, por forma a aprofundar os conhecimentos do governo central, regional, dos compatriotas e até da sociedade internacional. Wang Zhongwei disse ainda considerar que divulgar informações não se cinge apenas à coordenação sobre a imagem do governo mas também a construção de uma relação positiva entre a sociedade e o governo, intensificando um debate racional com a sociedade. Acrescentou ainda que cada política apresentada pelo governo deve conter uma proposta com consenso social e esclarecimentos e que quando o governo estiver perante um grande acontecimento, deve primeiro identificá-lo correctamente e dar uma resposta correcta pois só assim é que se consegue esclarecer com rigor no acto da divulgação informativa. Durante a tarde os membros da delegação visitaram o ministério da Educação onde esteve o respectivo vice-director e porta-voz, Xu Meijie a falar sobre a experiência e a criação dos vários canais e plataforma de informação assim como sobre a campanha de promoção das grandes politicas inerentes ao ensino. À noite, a delegação teve um encontro com a vice-directora do Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau junto do Conselho de Estado, Hua Jian e participou no jantar oferecido pela mesma. Durante o encontro esta deu as boas-vindas à delegação, e reconheceu a criação do mecanismo de divulgação de informações do terceiro Governo da RAEM e salientou que este não só eleva a transparência de execução das LAG como cria um "Governo íntegro", esperando que no futuro a equipa homóloga da China interior possa intensificar as acções de intercâmbio. Amanhã a delegação irá visitar o Gabinete para os Assuntos de Taiwan junto do Conselho de Estado e ministério de Protecção de Ambiente para intercâmbio com a equipa responsável pelo sector da comunicação e regressará ao território no próximo dia 25, terminando quatro dias de visita. O Gabinete de Comunicação Social, desde 2008, tem organizado, anualmente visitas à China Interior das delegações dos diversos serviços responsáveis pela divulgação de informações, onde permite aos participantes actualizar o respectivo desenvolvimento, trocar experiências e conhecimentos. A delegação é ainda composta pelo director do GCS e porta-voz adjunto, Victor Chan, a Chefe da Delegação da Região Administrativa Especial de Macau em Pequim Hong Wai, coordenador do Gabinete de Porta-voz Lam Io Pak, 2o comandante do Copo de Bombeiros Iu Chong Hin, sub-director dos Serviços de Protecção de Ambiente Vai Hoi Ieong, entre outros responsáveis de serviços e coordenadores de imprensa (24 elementos).


A DSPA fiscaliza rigorosamente a emissão de gases de escape na Central de Incineração de Macau, não tolerando absolutamente quaisquer infracções.

A Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental (DSPA) fiscaliza rigorosamente a emissão de gases de escape na Central de Incineração de Macau (CIM), aplicando, nomeadamente o sistema de controlo remoto para monitorizar os dados do funcionamento da CIM e destaca funcionários especializados para efectuar, com a operadora, a vistoria dos analisadores de gases de escape junto aos incineradores com um sistema de reserva que permite assegurar a continuidade da monitorização de dados. Para elevar o grau de transparência de informações, a DSPA está a organizar um plano sobre a divulgação de dados sobre gases de escape na Central, na página electrónica. Para assegurar a qualidade do ambiente e a saúde dos habitantes, a DSPA tem procedido à supervisão rigorosa do funcionamento da CIM, bem como à fiscalização rigorosa e abrangente das respectivas emissões de gases. Essa supervisão tem sido efectuada, nomeadamente, através da fiscalização dos dados de funcionamento da Central, contínua e em tempo real, através de um sistema de fiscalização remota ligado ao Centro de Gestão de Infra-estruturas Ambientais, com vista a um acompanhamento imediato em caso de eventual anomalia no funcionamento, e do reforço da vistoria das unidades incineradoras. Além do referido sistema de fiscalização contínua, a DSPA também encarregou uma entidade independente (terceira) de proceder à recolha de amostras, teste laboratorial e análises, pelo menos três vezes por ano. O pessoal da DSPA analisa rigorosamente o relatório sobre a operação da Central, efectuando frequentemente o patrulhamento nas nova e antiga unidades da Central para assegurar o funcionamento regular das unidades, supervisionando o funcionamento e a manutenção dos equipamentos. Os técnicos especializados da DSPA reúnem semanalmente com a operadora para analisar a operação e a manutenção da CIM, nomeadamente, o funcionamento, a manutenção das instalações, a segurança de trabalho, a higiene e o ambiente, os indicadores de emissões, entre outros assuntos. A DSPA solicita ainda à uma firma de consultadoria com experiências para proceder à avaliação especializada do funcionamento da Central. Os analisadores dos gases de escape dos incineradores têm por finalidade monitorizar o efeito de purificação dos gases emitidos. Os aparelhos instalados junto aos incineradores permitem recolher amostras dos gases após purificados para posterior análise e registo do estado da emissão de gases pela Central. Por este motivo, os analisadores estão instalados nas unidades incineradoras, à semelhança de muitos países que utilizam centrais de incineração. Na nova unidade da CIM, foram instalados quatro analisadores, dos quais, três equipam os três incineradores e o restante destina-se a reserva. Assim, caso se verifique alguma avaria em qualquer dos analisadores, o que se encontra de reserva poderá continuar a monitorização da emissão de gases, assegurando a continuidade da monitorização de dados. Por seu lado, a DSPA destaca funcionários especializados para efectuar, com a operadora, a inspecção dos analisadores de gases de escape. Por outro lado, a DSPA já tinha encarregado a uma entidade independente (terceira) para efectuar amostragem e teste laboratorial periódicos das cinzas volantes solidificadas e escórias, com o intuito de assegurar a qualidade dos processos de solidificação e de incineração. Para elevar o grau de transparência de informações, a DSPA está a organizar um plano sobre a divulgação de dados sobre gases de escape da Central, na página electrónica. A DSPA tem supervisionado rigorosamente o funcionamento da Central, gerido pela operadora. Para efectuar a supervisão do funcionamento da operadora, estão estabelecidas, no contrato de prestação de serviços celebrado entre a DSPA e a operadora, disposições referentes à supervisão rigorosa, nomeadamente, os termos e cláusulas que não permitem a divulgação de mensagens falsas. A DSPA não tolera absolutamente quaisquer eventuais infractores das referidas disposições que poderão ser severamente punidos. Para melhorar o supervisionamento da Central de Incineração de Macau, a DSPA irá solicitar a uma firma de consultadoria com experiências para efectuar uma plena avaliação das infra-estruturas ambientais na RAEM e, de acordo com os resultados da avaliação, melhorar a supervisão destas infra-estruturas. Uma vez que a Central e o aterro de cinzas volantes são infra-estruturas com mais relevância para o ambiente e a vida quotidiana dos habitantes, às quais será procedida a respectiva avaliação, prioritariamente.


A monitorização dos raios “Gamma” de Macau nas últimas horas (Dia 23 de Maio de 2011, pelas 17 horas)

De acordo com os registos de raios "Gamma" obtidos nas últimas 24 horas (das 16:01 horas de 22 de Maio às 16:00 horas de 23 de Maio), na Estação de Taipa Grande da Direcção dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos, a dose absorvida por minuto de raios "Gamma" foi entre 0,1187 μGy/h a 0,1405 μGy/h estão muito abaixo do nível de alerta 0,35μGy/h. A Direcção dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos continua atenta à situação e o seu impacto para Macau. No caso de verificar qualquer situação anormal irá informar imediatamente o público e serviços governamentais para tomarem as medidas de prevenções adequadas.


Conclusões do estudo sobre a utilização de cartões de crédito no 1o trimestre de 2011

De acordo com as conclusões do estudo sobre a utilização de cartões de crédito publicadas hoje pela AMCM, o número de cartões de crédito pessoal emitidos, directo ou indirectamente, até ao final de Março de 2011, pelas instituições de crédito autorizadas em Macau é de 448.124, registando um acréscimo de 5,0% relativamente ao trimestre anterior. O total dos cartões de crédito denominados em patacas (MOP) atingiram 350.328, bem assim 61.848 cartões de crédito em dólares de Hong Kong (HKD) e 35.948 cartões de crédito em renminbis (RMB), dos quais os cartões de crédito em MOP, em HKD e em RMB registaram um acréscimo de 3,8%, 3,2% e 21,9%, respectivamente. Comparado com o ano anterior, cartões de crédito em RMB registaram um acréscimo de 105,3% e cartões de crédito em MOP e em HKD registaram acréscimos de 19,0% e 10,1%, respectivamente. Até dia 31 de Março de 2011, o limite de crédito dos cartões de créditos emitidos pelas instituições bancárias autorizadas em Macau foi de MOP7,9 mil milhões, registando um aumento de 3,7% relativamente ao final de Dezembro de 2010. Com o saldo devido de MOP1,2 mil milhão, entretanto o saldo de "rollover" atingiram MOP0,4 mil milhão, cerca de 37,7% do saldo devido. O Rácio de débito não pago, tal como, o rácio de valores a receber atrasados mais de 3 meses para o saldo devido, foi de 0,95%. No primeiro trimestre de 2011, o crédito usado no período é de MOP2,3 mil milhões, decresceu 7,7% relativamente ao trimestre anterior. O adiantamento de numerário atingiu MOP0,1 mil milhão, correspondendo 5,4% do total do crédito usado no período. Por outro lado, o montante do reembolso, incluindo os juros e despesas, é de MOP2,5 mil milhões ou aumentou 3,5% relativamente ao trimestre anterior.


Movimento de Visitantes referente a Abril de 2011

Em Abril de 2011, entraram em Macau 2.338.449 visitantes, aumentaram 10,7% em relação a Abril do ano 2010. Chegaram a Macau 1.271.544 excursionistas, representando 54,4% do total de visitantes, dos quais 694.935 eram visitantes do Interior da China, informam os Serviços de Estatística e Censos. Chegaram 1.270.753 (54,3% do total) visitantes oriundos da China Continental, traduzindo um crescimento de 20,7% em comparação com Abril de 2010. Os visitantes eram provenientes, principalmente, da província de Guangdong (628.970); seguidos pelos de Fujian (76.145) e de Zhejiang (47.188). Entraram 495.424 visitantes originários do Interior da China com visto individual, reflectindo um acréscimo de 27,0% face aos registados no período homólogo de 2010. O número de visitantes de Hong Kong (709.053) e da República da Coreia (25.865) expandiu-se 2,1% e 2,4%, respectivamente, porém, o de Taiwan, China (110.410), da Malásia (27.122) e da Tailândia (24.468) reduziu-se 1,3%; 10,8% e 3,6%, respectivamente. Nos primeiros quatro meses do corrente ano, entraram no Território 8.769.627 visitantes, correspondendo a uma subida de 6,6% em relação ao período homólogo de 2010. O número de visitantes da China Continental (4.949.705), de Hong Kong (2.488.047) e da República da Coreia (132.295) aumentou 12,8%; 2,8% e 22,0%, respectivamente, ao passo que o número de visitantes de Taiwan, China (385.962), do Japão (123.814) e da Malásia (102.276) desceu 12,7%; 6,5% e 11,6%, respectivamente. Nos primeiros quatro meses de 2011, o número de excursionistas que entraram em Macau situou-se nos 4.790.205 indivíduos, perfazendo 54,6% do total de visitantes. O número de visitantes chegados por via marítima nos primeiros quatro meses deste ano foi de 3.455.019, elevou-se 1,9% comparativamente ao mesmo período de 2010. Salienta-se que por via marítima entraram pelo Porto Exterior 2.293.234 visitantes e este número equivale a uma subida de 6,1% relativamente ao idêntico período de 2010. Os principais mercados de visitantes a utilizar esta via foram Hong Kong (54,2%) e a China Continental (24,7%). Chegaram 1.015.032 visitantes pelo Posto Fronteiriço do Terminal Provisório da Taipa, correspondendo este número a uma diminuição de 8,3% relativamente ao período homólogo de 2010. Por via terrestre entraram em Macau 4.780.144 visitantes, traduzindo um aumento de 12,2%, em relação ao mesmo período de 2010. Chegaram 4.422.097 indivíduos pelas Portas do Cerco, sendo que os principais mercados de visitantes a utilizar esta via foram a China Continental (80,2%) e Hong Kong (13,8%). Por seu turno, o número de visitantes que entraram no Território por via aérea alcançou 534.464 pessoas, ou seja, -6,8% face ao idêntico período de 2010. O número de visitantes chegados através do Aeroporto Internacional de Macau totalizou 526.334, correspondendo a uma diminuição de 7,1%, comparativamente ao mesmo período de 2010. Os principais mercados a utilizar esta via de acesso foram: a China Continental, com 36,6%; Taiwan, China, com 33,3% e a Malásia, com 6,7% do total.


DST divulga campanha para Hong Kong de pacotes turísticos temáticos “Macau Fun Every Month”

A Direcção dos Serviços de Turismo (DST), através do seu escritório de representação em Hong Kong, divulga a campanha promocional para o mercado de Hong Kong - "Macau Fun Every Month" durante o fim de semana (21 e 22) no Centro Comercial Miramar, em Tsim Sha Tsui, acompanhada de uma exposição sob o mesmo tema. Numa parceria com agências de viagem de Hong Kong seleccionadas, a campanha promocional - "Macau Fun Every Month" decorre entre Maio e Dezembro, oferecendo pacotes turísticos com diferentes temas para visitar Macau, tendo como alvo segmentos de mercado, como famílias, turismo sénior, estudantes, casais, entre outros. A exposição "Macau Fun Every Month" mostra as características da mistura de arquitecturas chinesa e ocidental da cidade, sob o tema "Experience Macau in Style". Por outro lado, a mostra disponibiliza um ecrã interactivo para apresentar os conteúdos das brochuras de "Experience Macau in Style", bem como as ofertas promocionais e itinerários sugeridos pela campanha "Macau Fun Every Month". No local são ainda distribuídas brochuras de "Experience Macau in Style", bem como informações turísticas sobre Macau e lembranças.


CCAC emitiu recomendação à Capitania dos Portos

No âmbito das competências atribuídas pela Lei n.º 10/2000, de 14 de Agosto (Comissariado contra a Corrupção da Região Administrativa Especial de Macau) na área da Provedoria de Justiça, o CCAC procedeu à instrução de processo e à competente investigação na sequência de queixa recebida contra a Capitania dos Portos, tendo concluído o "Relatório de investigação e análise da queixa sobre a gestão de pessoal de uma subunidade da Capitania dos Portos". A 11 de Maio do ano corrente, o CCAC procedeu à emissão da respectiva recomendação.
Tanto o relatório como a recomendação acima mencionados estão já disponíveis para consulta na página electrónica do CCAC (www.ccac.org.mo) 【Novidades / Recomendações dirigidas pelo CCAC aos serviços públicos】.


Imprensa do DSSOPT

Findo o prazo de 1 mês e meio para a entrega dos trabalhos relativos ao Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente, organizado em conjunto pelas DSSOPT e CP, em que foram recebidos num total de 34 trabalhos, veio ontem (dia 21 de Maio) a Comissão de Avaliação, composta por especialistas oriundos do sector patrimonial, do sector da arquitectura, do sector cultural, do sector do urbanismo e do sector engenharia, e por representantes dos serviços governamentais competentes, realizar sucessivamente durante dois dias os trabalhos de apreciação para a selecção dos 10 melhores trabalhos, dentre os quais passarão para a fase seguinte de elaboração do projecto de arquitectura os primeiros 5 melhores trabalhos distinguidos. Para além de existir um trabalho não admitido, os restantes 33 trabalhos serão publicamente expostos no final do mês de Junho, com duração de um mês. Assim sendo, no intuito de incentivar uma participação mais dinâmica da população na promoção do desenvolvimento urbano de Macau, veio a Administração lançar o Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente, na esperança de que através desta iniciativa seja possível conhecer as ideologias dos cidadãos, por forma a se valer da experiência colectiva e aproveitar todas as ideias válidas, procurando assim tornar o novo edifício da CP e o seu espaço envolvente num importante ponto turístico no roteiro do Centro Histórico de Macau, em prol por conseguinte da concretização da estratégia de revitalização dos bairros antigos e do firmamento do posicionamento urbano de Macau como Centro Mundial de Lazer e de Turismo. Durante o prazo definido para a recepção dos trabalhos, compreendido entre 20 de Março a 5 de Maio, foram recebidos num total de 34 trabalhos, o que demonstra que houve uma participação bastante dinâmica por parte dos concorrentes. E durante os trabalhos de apreciação, decorridos sucessivamente durante 2 dias, de 21 a 22 de Maio, veio a Comissão de Apreciação debater sobre cada um dos trabalhos que foram entregues e visitar vários locais para avistar in loco a área de intervenção do concurso e a sua zona envolvente, nomeadamente as actuais instalações da Capitania dos Portos, a Colina da Penha, o Largo do Lilau e a Estrada de D. João Paulino, de modo a melhor conhecer segundo as diferentes perspectivas os múltiplos aspectos desta zona, permitindo assim que os membros da Comissão de Avaliação possam de forma mais objectiva, clara e profunda conhecer o local, permitindo assim por conseguinte seleccionar no máximo 10 trabalhos que obedeçam as regras de concepção, que sejam concretamente viáveis e que sejam criativas.
E ao longo de sucessivamente dois dias de avaliação veio a Comissão de Avaliação seleccionar num total de 10 trabalhos que serão expostos, sendo estes os trabalhos n.º 002、006、011、020、027、008、012、013、021、022.
Os primeiros 5 melhores trabalhos distinguidos que foram seleccionados e atribuídos um prémio no valor de cem mil patacas. Os demais trabalhos seleccionados serão gratificados com um prémio no valor de cinquenta mil patacas. Entre os 34 trabalhos apresentados, existe um trabalho que foi não admitido por não ter obedecido os termos previstos no Regulamento do Concurso, e os restantes 33 trabalhos serão publicamente expostos no final do mês de Junho, com duração de um mês. Poderá também prolongar-se o período de exposição de acordo com solicitações da sociedade. A Comissão de Avaliação foi composta por 9 especialistas oriundos do sector patrimonial, do sector da arquitectura, do sector cultural, do sector do urbanismo e do sector engenharia e por representantes dos serviços governamentais, designadamente (independentemente a sua ordem de importância): Presidente do Círculo dos Amigos da Cultura de Macau, Carlos Marreiros, Presidente do Conselho Fiscal do Instituto de Planeamento Urbano de Macau, Helder Santos, Presidente da Associação dos Engenheiros de Macau, Leong Man Io, Presidente da Associação dos Arquitectos de Macau, Leong Chon In, Vice-presidente da Associação dos Desenhistas de Macau, Chu Cheok Son, Directora da CP, Wong Soi Man, Chefe do Departamento do Património Cultural do IC, Cheong Cheok Kio, os técnicos superiores do Departamento Urbanístico, Lo Kan U, e do Departamento de Edificação Pública, Vong Kuai Va, ambos da DSSOPT. De acordo com as regras de concepção, nos trabalhos deve-se plenamente evidenciar a localização vantajosa do local e destacar a função deste espaço como um ponto de ligação ao percurso do Centro Histórico de Macau, interligando os pontos turísticos envolventes, de forma a enriquecer assim todo o percurso turístico. A par disso, deve-se ainda realçar a imagem de Macau como cidade ribeirinha, estendendo e realçando o valor histórico do Quartel dos Mouros, em respeito às suas características histórico-culturais. E na sua concepção deve-se ter em conta a harmonia entre o ambiente arquitectónico do Quartel dos Mouros e as suas particularidades histórico-culturais, oferecendo o "antigo" e o "novo" numa paridade harmoniosa. E com base no princípio da racionalização espacial dos recursos, espera-se que os concorrentes possam projectar para o novo edifício da CP soluções altamente eficientes, mas que também possam na medida dos possíveis fazer face às necessidades da CP em termos de espaço, criando-se assim um espaço aberto ao público que permita bem realçar o valor histórico-cultural do Quartel dos Mouros. Relativamente à adopção de soluções eco-eficientes, é exigido nas regras de concepção que na concepção arquitectónica seja bem frisado o aspecto de "construção verde", de forma a criar assim um espaço de escritórios com baixos níveis de emissão de carbono e altamente energética, a fim de obedecer aos critérios de "construção verde". A par disso, em termos concepcionais deve-se adoptar soluções que visem proteger a paisagem da colina e dotar o local dum espaço verde e de lazer. E ainda não obstante a este facto, será ainda necessário respeitar as diversas condicionantes urbanísticas fixadas para este terreno e as disposições em termos de altura da construção, por forma a conceber ao local vias pedonais e faixas rodoviárias, promovendo assim ao máximo o seu papel de ponto de ligação ao percurso do Centro Histórico de Macau e criar um ambiente pedonal mais seguro, confortável e de lazer.