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Notícias
Infecção colectiva de gripe ocorrida nos dois estabelecimentos de ensino não foi ocasionada pelo vírus da gripe A
O alerta de gripe pandémica (H1N1) dado pela Organização Mundial de Saúde mantém-se no nível 6, sendo a sua gravidade moderada. Actualmente, o nível de alerta de Macau é 6 (cor azul), sendo o risco de transmissão moderado. No dia 21 de Abril, as crianças com sintomas de gripe que recorreram ao Serviço de Urgência do Centro Hospitalar Conde de São Januário representaram 41% do número total de doentes inscritos no Serviço de Pediatria. Quanto aos utentes adultos, 20% eram doentes com gripe. No dia 22 de Abril, nenhuma turma foi obrigada a suspender as aulas por infecção colectiva pela gripe. Não existe novo doente confirmado caso da Gripe H1N1. Desde o dia 18 de Junho do ano passado até hoje, registaram-se cumulativamente 3607 casos confirmados da nova gripe H1N1, dos quais 17 contraíram pneumonia, 4 necessitaram do apoio do ventilador e 2 faleceram. No dia 22 de Abril, os Serviços de Saúde foram notificados de nenhum novo caso de infecção colectiva de gripe em estabelecimentos de ensino ou lares. No tocante aos casos de infecção colectiva de gripe ocorridos no dia 19 nas turmas K3C e K3E da Escola Secundária Pui Ching e na turma P1E do ensimo primário da Escola de São Paulo, os respectivos resultados das análises laboratoriais evidenciam que a infecção colectiva da gripe foi ocasionada pelo vírus da gripe B. Os Serviços de Saúde continuam a manter o sistema de vigilância epidemiológica nos estabelecimentos escolares, lares e outras instituições. Até à tarde do dia 22 de Abril, nenhum caso confirmado está a ser submetido a tratamento hospitalar. No dia 22 de Abril, 17 indivíduos foram vacinados contra a Gripe H1N1. Desde 23 de Novembro do ano passado até hoje, cumulativamente, 115848 cidadãos foram vacinados. (Linha aberta 24 horas do Centro de Coordenação da Gripe: Tel.: 2870 0800, Fax: 2870 0863)
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Índice de Preços no Consumidor (IPC) referente a Março de 2010
O IPC-geral de Março do corrente ano atingiu o nível 103,01, pelo que se registou um acréscimo de 1,88%, em relação ao idêntico mês do ano transacto. O aumento deveu-se principalmente à secção produtos alimentares e bebidas não alcoólicas. Realça-se que o índice de preços subiu nas secções: transportes (8,40%); vestuário e calçado (5,51%); produtos e serviços diversos (5,45%) e produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (4,11%), face a Março de 2009, em virtude do acréscimo de preços: da gasolina; do vestuário da Primavera; do ouro e das refeições adquiridas fora da casa, informam os Serviços de Estatística e Censos. Por seu turno, o índice de preços da secção educação diminuiu 9,81%. Os índices de preços das secções comunicações e habitação e combustíveis desceram 3,37% e 1,0%, respectivamente, em comparação com Março de 2009, graças à queda de preços do serviço telefónico móvel e das rendas de casa. O IPC-A e o IPC-B de Março de 2010 foram 102,8 e 103,05, respectivamente, expandiram-se 1,26% e 2,0%, respectivamente, em relação ao idêntico mês do ano anterior. No mês em análise, o IPC-geral descresceu 0,25%, em termos mensais, devido ao enfraquecimento dos índices de preços das secções: recreação e cultura (-5,54%) e produtos e serviços diversos (-1,50%), provocado pelo decréscimo de preços: das excursões turísticas ao exterior e dos serviços de cabeleireiro depois de feriados do Ano Novo Chinês. Por seu turno, registou-se um acréscimo de 0,64% no índice de preços dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, junto da subida de preços das refeições adquiridas fora de casa. No primeiro trimestre do corrente ano, o índice médio do IPC-geral (102,81) dilatou-se 1,52%, face ao período homólogo de 2009. O IPC-geral médio dos 12 meses terminados no mês de referência, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores, cresceu 0,74%. O IPC-geral permite conhecer a influência da variação de preços na generalidade da população de Macau. O IPC-A com o novo período base de Abril/2008 a Março/2009 reflecte a evolução de preços para 50% das famílias residentes, cuja despesa mensal está compreendida entre 6.000 e 18.999 Patacas e o IPC-B representa o mesmo indicador para 30% das famílias residentes, cuja despesa mensal varia entre 19.000 e 34.999 Patacas.
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“Chamada de atenção para método incorrecto de venda de caixas descodificadoras de televisão digital”
A Direcção dos Serviços de Regulação de Telecomunicações de Macau (DSRT) vem pronunciar-se acerca das notícias publicadas nos jornais relativamente ao método incorrecto de venda de caixas descodificadoras de televisão digital, em que as empresas procederam à venda, de forma incorrecta, das caixas descodificadoras a algumas famílias a viver em edifícios da zona norte, e afirmaram que o Governo irá utilizar apenas sinais televisivos de alta definição, o que significaria que se não utilizassem as caixas descodificadoras não poderiam ver os programas televisivos. A DSRT esclarece que a cessação da teledifusão através do sistema analógico não irá realizar-se antes do ano 2012, sendo que a data desta cessação terá em conta diversos factores, e o Governo irá assegurar tempo suficiente de preparação ao público. Por outro lado, para acompanhar o desenvolvimento da teledifusão terrestre digital de Macau, e também testar a compatibilidade técnica das caixas descodificadoras que forem postas à venda em Macau, a DSRT irá estabelecer com o Instituto Politécnico de Macau um centro de testes de caixas descodificadoras de televisão digital. O centro de testes está na fase de ajustamentos, sendo que após os trabalhos de preparação aceitará, para testar, as caixas descodificadoras à venda ou para revenda pelas empresas ou organizações. Os resultados desses testes serão apropriadamente anunciados ao público, de modo a fornecer informações que ajudem o público a comprar as caixas descodificadoras. A DSRT chama a atenção do público de que no mercado existem muitas caixas descodificadoras de televisão digital ou integradas em aparelhos televisivos que podem ser utilizadas para ver os programas televisivos digitais, não existindo uma marca ou modelo exclusivos para ver os programas televisivos digitais. Se os cidadãos quiserem comprar estas caixas descodificadoras sugere-se que tentem pesquisar antecipadamente ou pedir informação a empresas com boa reputação. Se necessário, podem também efectuar perguntas às empresas que instalam e procedem à recepção legal da teledifusão terrestre digital.
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Um amor grandioso e sem fronteiras Funcionários públicos da RAEM em Pequim preocupados com os compatriotas em Yushu na província de Qinghai
A fim de responder ao apoio dado, em conjunto e com o mesmo objectivo, pelo povo de todas as etnias do país aos compatriotas na zona afectada pelo terramoto, em Yushu na província de Qinghai, bem como ao apelo feito pelo Governo da RAEM para apoiar os trabalhos de socorro e salvamento, os formandos que se encontram a frequentar o 28.º Curso de Formação Essencial para Executivos de Macau no Instituto Nacional de Administração (INA) em Pequim organizaram, por iniciativa própria, a angariação de fundos para socorro, entregando os donativos angariados, por intermédio do INA, à Cruz Vermelha da China, manifestando assim carinho e preocupação dos funcionários públicos da RAEM aos compatriotas da zona afectada.
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Francis Tam espera que Guangdong, Hong Kong e Macau reforcem a cooperação no sector de convenções e exposições
O secretário para a Economia e Finanças, Francis Tam, disse que o sector de convenções e exposições é a área principal para a diversificação económica de Macau, sendo ainda o elemento base para o turismo e lazer. O secretário disse, hoje (dia 22 de Abril) esperar que Guangdong, Hong Kong e Macau possam reforçar a cooperação no sector de convenções e exposições para acelerar o desenvolvimento deste sector e tornararem-se complementares. Presente esta manhã no “Fórum do Rio das Pérolas” e Cimeira da “Megalópole Mundial do Delta do Rio das Pérolas - o Presente e as Perspectivas do Futuro”, Francis Tam referiu ao discursar que, pela primeira a cooperação entre Guangdong, Hong Kong e Macau integra o plano do desenvolvimento do País, “Linhas Gerais do Planeamento para a Reforma e Desenvolvimento da Região do Delta do Rio das Pérolas”, e que Macau é definido como “Centro Mundial de Turismo e de Lazer”. O mesmo responsável sublinha que o sector do jogo é o pilar económico mais importante de Macau, e ainda a singularidade de Macau como vantagem regional económica. Disse que o sector do jogo é apenas um dos elementos de turismo e de lazer e para Macau se transformar num verdadeiro centro mundial de turismo e de lazer, precisa de outros elementos como com qualidade elevada, maior diversificação e mais características atractivas. Francis Tam acrescentou que o sector de convenções e exposições é a área principal para o desenvolvimento da diversificação económica de Macau. Lembrou que Guangdong, Hong Kong e Macau têm, neste sector, as suas próprias características e vantagens. Referiu que, por exemplo, o desenvolvimento do sector em Hong Kong já está maduro e em Guangdong está em crescimento. Recordou que o “Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Interior do País e Macau” (CEPA), oferece vários vantagens e oportunidades para a cooperação e desenvolvimento do referido sector nestas três regiões. O secretário sublinhou cinco pontos no âmbito do reforço do desenvolvimento do sector nas três regiões: 1) os governos promovem em conjunto o desenvolvimento do sector, incluindo a assinatura de acordos de cooperação entre as três regiões, criarem um mecanismo para coordenar e promover o sector conjuntamente, direccionar o desenvolvimento e dividir os trabalhos, Macau tem como ponto principal desenvolver a área de entretenimento, moda, cultura e arte, dos produtos de marca das diferentes regiões, entre outras, realizar convenções de pequena e média dimensão; 2) estimular e apoiar as empresas das três regiões para realizarem exposições conjuntas, criar uma marca de exposições e convenções; 3) simplificação do processo alfandegário para produtos e pessoal do sector das convenções e exposições e assim reduzir os custos; 4) reforçar a formação de pessoal na área das exposições e convenções, promover o intercâmbio dos recursos humanos; 5) integração dos recursos das três regiões para abrir mercados nos países lusófonos.
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Recolher opiniões da população sobre o «Quadro Geral do Planeamento Conceptual da Protecção Ambiental de Macau (2010-2020)»
Para assegurar o desenvolvimento sustentável da economia, da sociedade e do ambiente de Macau, a Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental (DSPA) está a iniciar a elaboração do primeiro planeamento das acções de protecção ambiental de Macau para a próxima década, composto de três fases e com a duração de 15 meses. A primeira fase «Quadro Geral do Planeamento Conceptual da Protecção Ambiental de Macau» é o ponto de partida para recolher opiniões e procurar o maior consenso possível com os diversos sectores sociais. A partir de hoje até dia 31 de Maio de 2010, serão realizadas várias exposições itinerantes e sessões de esclarecimento em diversos locais de Macau, bem assim trocar opiniões com os sectores e as associações. A participação activa do público será bem vindas. O ambiente ecológico e os recursos naturais de Macau são bens valiosos e pertença de todos os cidadãos de Macau. No contínuo e rápido desenvolvimento económico dos últimos anos, o ambiente habitacional dos cidadãos de Macau e os ecossistemas enfrentam cada vez maiores pressões. O aumento da bruma seca, o aumento do ruído ambiental (e as respectivas queixas), a redução do número de zonas verdes per capita, o aparecimento de peixes mortos nas águas costeiras despertam a nossa atenção de que temos de construir o nosso presente conforme o planeado para o futuro, evitando a contínua deterioração da qualidade ambiental. Face ao exposto, a DSPA procura criar, através da avaliação e análise abrangente, sistemática e científica, um planeamento ambiental para melhorar o ambiente habitacional segundo o princípio da primazia de cidadão, desenhando um projecto para construir um centro amigo do ambiente e mais habitável. Participamos no planeamento ambiental! Visando elaborar o planeamento ambiental, pragmático e viável, que revela a vida quotidiana, a primeira fase do planeamento ambiental «Quadro Geral do Planeamento Conceptual da Protecção Ambiental de Macau» visa criar um quadro estratégico guia para que a DSPA possa recolher opiniões e procurar o maior consenso possível com os diversos sectores sociais, no que se refere à visão, às estratégias, e às acções propostas. A economia de baixo carbono ruma para o desenvolvimento sustentável da cidade. Na fase de elaboração do Quadro Geral do Planeamento Conceptual, iremos associar as solicitações internacionais, acerca das alterações climáticas e da protecção ambiental, com os objectivos da governação no que se refere à melhoria da qualidade de vida dos habitantes de Macau, apresentando a visão de “Transformar Macau num centro de baixo carbono e partilha de uma vida ecológica”. O Quadro Geral simboliza uma ligação entre Macau e a comunidade internacional para promover a redução de emissões, na esperança de encarar as questões da protecção ambiental local com antevisão e planeamento. O texto de recolha de opiniões apresenta “seis estratégias de planeamento” e cinquenta acções propostas. Em resposta aos seis grandes desafios ambientais que Macau enfrenta actualmente, nomeadamente o consumo de recursos, o trânsito, a gestão de empresa, o património mundial e a ecologia, e a coordenação regional, a DSPA sugere “seis grandes estratégias” para promover o melhoramento do ambiente habitacional, incentivar a conservação de recursos, a promoção do “Passeio Ecológico”, a conservação do património mundial e preservação ecológica, a implementação de medidas de redução das emissões das empresas, e a integração regional, a servir como medidas de resposta aos problemas ambientais a par de desenvolvimento sustentável. As cinquenta acções são propostas de acordo com as seis grandes estratégias e referem-se ao ar, água, resíduos, ruído, ecologia, energia e à gestão ambiental, e serão promovidas, de forma gradual e ordenada, na próxima década. Planeamento científico em três fases. Participação da população considerada. O «Quadro Geral do Planeamento Conceptual da Protecção Ambiental de Macau (2010-2020)» é a primeira fase do planeamento ambiental de Macau, que inclui a análise do estado do ambiente, da visão e das estratégias. Depois de recolher opiniões e procurar o maior consenso possível com os diversos sectores sociais, a DSPA irá iniciar a segunda fase do planeamento ambiental, continuando a cooperação com o Instituto das Ciências Ambientais da China do Sul do Ministério de Protecção Ambiental da República Popular da China, para realizar o “Planeamento Geral e Específico da Protecção do Ambiente de Macau” que visa avaliar e analisar os componentes ambientais, tornando o planeamento ambiental de Macau mais especificado e concreto. Na terceira fase, irá elaborar o primeiro texto de planeamento ambiental geral de Macau 2010-2020. Para elevar o grau de transparência das acções de planeamento e da participação do público, a DSPA irá recolher as opiniões da sociedade e dos sectores profissionais durante as três fases do planeamento, divulgando atempadamente ao público sobre o andamento do trabalho. Durante a recolha de opiniões, serão realizadas várias exposições itinerantes e sessões de esclarecimento. A partir de hoje, o texto para recolha de opiniões e o panfleto sobre a 1.ª fase «Quadro Geral do Planeamento Conceptual da Protecção Ambiental de Macau (2010-2020)» estão disponíveis na DSPA, no Centro de Informações ao Público, no Centro de Serviços da RAEM, e podem ser descarregados na página electrónica da DSPA (www.dspa.gov.mo). Durante a recolha de opiniões, serão realizadas várias exposições itinerantes e sessões de esclarecimento nas freguesias de Macau. A DSPA vai realizar duas sessões de esclarecimento públicas, nos dias 2 e 23 de Maio, na Zona de Lazer da Rotunda de Carlos da Maia e no Jardim da Cidade das Flores (Taipa), respectivamente. Também serão organizados vários intercâmbios destinados às associações sociais, profissionais e do sector, e aos universitários. Respeitante à visão, às seis estratégias, e às acções propostas do planeamento ambiental, a DSPA espera a participação activa do público. As opiniões e sugestões poderão ser apresentadas até 31 de Maio de 2010, por telefone n.° 2872 5134, por telefax n.° 2872 5129, via correio (Alameda Dr. Carlos D’Assumpção, n.os 393 a 437, Edifício “Dynasty Plaza”, 10. ° andar), ou correio electrónico (envplanning@dspa.gov.mo).
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A Associação de Jovens Empresários de Macau promoveu um encontro entre a Associação Nacional de Jovens Empresários de Portugal e o Secretariado Permanente do Fórum de Macau
No dia 20 de Abril de 2010, uma delegação de 8 empresários portugueses membros da Associação Nacional de Jovens Empresários de Portugal teve um encontro com o Secretariado Permanente do Fórum de Macau, encontro esse promovido pela Associação de Jovens Empresários de Macau. Durante o encontro, o Secretário-Geral do Secretariado Permanente do Fórum de Macau, Dr. Chang Hexi, começou por dar as boas vindas aos jovens empresários portugueses apresentando as linhas mestras e o papel do Fórum de Macau tendo ainda feito referência ao encontro de empresários que irá ocorrer em Lisboa no próximo mês de Junho, no qual irá marcar presença o Secretariado Permanente do Fórum de Macau como uma grande oportunidade para as empresas que constituem a Associação Nacional de Jovens Empresários tomarem contacto com os empresários da China e de Macau. O Secretário-Geral Adjunto do Secretariado Permanente do Fórum de Macau, Dr. Manuel Amante da Rosa, lembrou também que o Fórum de Macau tem tido um desempenho muito eficiente e crescente na identificação de parceiros comerciais no interior da China em diversos sectores como sendo o sector da cortiça, dos vinhos, do cimento e dos enlatados, sempre que o mesmo é solicitado por empresários dos Países de Língua Portuguesa, lançando também o repto aos empresários portugueses presentes na reunião, para participarem no próximo encontro de empresários da China e dos Países de Língua Portuguesa em Junho do corrente ano em Lisboa. Por seu turno, a Dra. Rita Santos, Coordenadora do Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum de Macau, realçou o papel muito importante da RAEM como plataforma económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa e destacou o empenho do Governo da RAEM em apoiar os empresários de Portugal sobretudo nas parte de apoio na comunicação e na organização de eventos internacionais que possam potenciar encontros entre entidades e empresários da China e dos Países de Língua Portuguesa como sejam a Feira Internacional de Macau, no qual o Secretariado do Fórum de Macau instala, desde 2005, um Pavilhão dos Países de Língua Portuguesa, e também na prestação de serviços na obtenção de todas as informações dos serviços públicos de Macau e do Interior da China dando ênfase à utilização da língua portuguesa como uma das línguas oficiais para além do chinês. Mais acrescentou que, desde a criação do Fórum de Macau, em 2003, muitos empresários portugueses têm recorrido à plataforma de Macau para estreitar as relações económicas e comerciais entre Portugal e a China.. O grupo de empresários portugueses pertencentes à Associação Nacional de Jovens Empresários de Portugal reconheceu que, sendo surpreendente a dimensão da China, Macau é, defacto, uma excelente porta de entrada para a China abrindo um leque enorme de oportunidades comerciais aos jovens empresários portugueses e será essa noção que esta associação irá, cada vez mais, tentar incutir nos mesmos. Nesse sentido a delegação desta Associação agradeceu e conta com todo o apoio e a disponibilidade que o Fórum de Macau possa prestar em futuros contactos negociais e empresariais que se tornem realidade manifestando também a intenção de apoiar e reforçar a promoção do território de Macau em Portugal.
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Encerrado o seminário sobre situação actual da China
No dia 17 de Abril, foi encerrado o Seminário sobre situação actual da China, realizado pelo Gabinete de Apoio ao ensino superior (GAES), no Grande Auditório do Edifício Inspiração do Instituto de Formação Turística. As nove instituições de ensino superior participaram neste seminário, tais como, Universidade de Macau, Instituto Politécnico de Macau, Instituto de Formação Turística, Escola Superior das Forças de Segurança de Macau, Universidade Aberta Internacional da Ásia (Macau), Universidade de São Jóse, Instituto de Enfermagem Kiang Wu de Macau, Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau, Instituto Milénio de Macau e o número total de docentes e estudantes participantes foi de cento e quarenta. Com o intuito de reforçar os conhecimentos dos estudantes de ensino superior nas áreas de política, economia, história, cultura, educação, tecnologia científica da China, e promover a educação do amor pela Pátria para os estudantes, o GAES realiza anualmente seminários sobre a respectiva tema desde o ano de 2006. Nesta ocasião, abordou os temas “A Rota da Seda e a Civilização da Dinastia Han” e “Retrospectiva e Perspertiva do Pensamento Científico dos Antepassados Chineses”, apresentados respectivamente pelos Professor Huo You Guang e Professora Zhang Rong, da Universidade de Xian Jiaotong.
Durante o seminário, os oradores apresentaram os temas de forma profunda e animada. Os participantes podem aumentar os seus conhecimentos nas respectivas áreas. Após a conclusão do seminário, permite ainda que os estudantes participantes possam apresentar relatórios sobre o seminário, no sentido de aprofundar os seus conhecimentos e idéias sobre situação actual da China. A data limite de entrega do relatório será o dia 17 de Maio do corrente ano.
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