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Notícias
A Comissão de Prevenção e Controlo das Doenças Crónicas realizou uma visita de intercâmbio a Singapura
Uma delegação, composta por 23 pessoas da Comissão de Prevenção e Controlo das Doenças Crónicas, visitou Singapura, no sentido de compreender e estudar as experiências no âmbito da prevenção e controlo das doenças crónicas, bem como o trabalho de promoção de saúde desenvolvido em Singapura. A delegação foi liderada pelo Subdirector dos Serviços de Saúde, Dr. Chan Wai Sin, e era composta por profissionais de saúde e elementos da sociedade provenientes dos hospitais público e privado e de instituições privadas. Durante a ocasião, a delegação visitou o Ministério da Promoção da Saúde de Singapura (Health Promotion Board Singapore), Centro Nacional de Cancro de Singapura (National Cancer Centre Singapore), Centro de Coração da Universidade Nacional de Singapura (National University Heart Centre, Singapore), Hospital REN CI e Hospital TAN TOCK SENG, respectivamente, para efeitos de inteirar-se de modo aprofundado dos trabalhos de promoção de saúde, prevenção e tratamento das doenças crónicas, programa de gestão das doenças crónicas, plano de exames gerais para a saúde, sistema de saúde, assim como o trabalho de prevenção e tratamento de cancro. A delegação visitou também diversas instalações, tais como o centro de exposição para a educação da saúde, centros de saúde, centro de reabilitação, enfermarias, centro de diabetes, e equipamentos de imagiologia, realizando intercâmbio de forma activa e aprofundada nas áreas de promoção da vida saudável, análise laboratorial e exame para a saúde, gestão da saúde, gestão e tratamento das doenças crónicas, constituição das organizações para doentes, screening de cancro, serviços de reabilitação, serviços da fase terminal, e o apoio financeiro das despesas médicas. Apesar desta visita a Singapura ter sido curta, a mesma foi de grande benefício para a Comissão de Prevenção e Controlo das Doenças Crónicas, e constituiu uma experiência muito enriquecedora. A visita, para além de aumentar os conhecimentos sobre o trabalho de prevenção e controlo das doenças crónicas num país avançado, também impulsionou o desenvolvimento contínuo no âmbito da prevenção e controlo das doenças crónicas em Macau, ajudando a elevar o nível de saúde dos cidadãos de Macau.
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DST na Feira Internacional de Turismo em Londres
A Direcção dos Serviços de Turismo (DST) participa na World Travel Market (WTM) em Londres, que se iniciou esta semana, para promover produtos turísticos diversificados, gastronomia e viagens multidestinos em Macau, bem como, para atrair mais visitantes da Europa para visitarem Macau. A WTM realiza-se, entre os dias 4 e 7 do corrente mês, no Centro de Exibição Excel, em Londres. O stand da DST, localizado na secção da Ásia, sob o tema "Momentos Memoráveis - Sentir Macau", divulga as características da mistura das culturas chinesa e ocidental, típicas da cidade. A Divisão de Mercados da DST, em conjunto, com os representantes da DST no Reino Unido, entre outros, participam no evento. No dia da abertura da WTM, a DST, juntamente com o Hong Kong Tourism Board (HKTB), acolheu no seu stand um beberete de recepção, no qual foram servidos pratos típicos das gastronomias de Hong Kong e Macau. Ching He Huang, famosa escritora gastronómica e cozinheira, que reside, actualmente, no Reino Unido, onde concluiu, recentemente, as filmagens do programa da viagem gastronómica em Hong Kong e Macau, foi convidada para participar no evento. Este certame serve para que os operadores turísticos e a imprensa, convidados, fazerem intercâmbio, ficando a conhecer melhor Hong Kong e Macau, num ambiente informal, promovendo a gastronomia e os roteiros turísticos multidestinos de ambas as regiões. A DST e a revista ABTA publicaram, em conjunto, um novo guia, o "How to Sell Macau" ("Como Vender Macau"), destinado às dez melhores escolhas, que devem ser experimentadas, bem como um plano de viagem para um, dois e três dias e várias informações úteis, entre outros, pelos operadores turísticos do Reino Unido, para promoverem Macau de forma eficaz. Os agentes turísticos do Reino Unido serão encorajados a visitar o stand de Macau para descobrirem o que torna a cidade num destino a visitar. A WTM é uma das mais importantes feiras internacionais de turismo do mundo, organizada anualmente, e este ano atraiu cerca de 50 mil representantes da indústria turística a participarem no evento. A DST pretende, usar a WTM como plataforma, elevar a posição de Macau no mercado turístico internacional, e ao mesmo tempo, atrair mais visitantes do mercado de longa distância, provenientes do Reino Unido e do resto da Europa para visitarem Macau. A DST tem-se empenhado para posicionar Macau como Centro Mundial de Turismo e Lazer e consolidar os seus principais mercados turísticos, enquanto explora novos mercados internacionais para diversificar a origem dos visitantes de Macau.
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Os sete líderes das delegações lusófonas discursam na IV Conferência Ministerial do Fórum Macau
Os sete líderes das delegações lusófonas à IV Conferência Ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa foram unânimes a afirmar o papel relevante do evento, aquando do uso da palavra na cerimónia de abertura. O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Rui Duarte Barros, o primeiro dirigente lusófono a discursar, relembrou que «o parceiro China é e será sempre merecedor de uma atenção especial do povo e do governo guineenses, sendo a edificação de uma verdadeira parceira estratégica sino-guineense um dos objectivo do pais. «O mesmo responsável garantiu que a Guiné-Bissau está empenhada em melhorar as condições de captação e protecção de investimento privado proveniente da China.» Entretanto, o vice-presidente do Brasil, Michel Temer, destacou que «a crescente aproximação entre as nossas sociedades favorece, não só as trocas culturais, mas também o turismo, o comércio, os investimentos e a cooperação técnica. No campo da promoção do crescimento económico dos países que integram o Fórum, faço votos de que consigamos atingir, com êxito, a meta a que nos propomos de elevar nossas trocas comerciais para 160 mil milhões de dólares até 2016.» E, adiantou, que «nessa tarefa, terá papel de grande relevo o estabelecimento, em Macau, do Centro de Serviços Comerciais para Pequenas e Médias Empresas dos Países de Língua Portuguesa, que se pretende criar.» De Portugal, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, reconheceu os trabalhos do Fórum e que a iniciativa da sua criação traduz o reconhecimento, da parte do governo chinês, da importância e natureza estratégica da língua portuguesa no mundo e dos países que a falam. Paulo Portas adiantou que «Macau é hoje uma importante plataforma comercial e de serviços, com um valor acrescentado que lhe advém, também, da sua herança portuguesa. E, por essa via, constitui uma excelente forma de consolidar o papel de Macau como ponte privilegiada de ligação entre a China e os Países de Língua Portuguesa.» Quanto ao vice-primeiro-ministro de Timor-Leste, Fernando de Araújo, indicou que o país vive em plena estabilidade e que o progresso de Timor-Leste só é possível com o apoio da comunidade internacional e dos parceiros bilaterais. Fernando de Araújo adiantou que o seu país vê a China como um dos fortes parceiros estratégicos para o desenvolvimento, enaltecendo ainda o papel de Macau como plataforma de cooperação económica sino-lusófona. O Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos da Angola, Rui Mangueira, referiu-se ao Fórum como «um quadro de cooperação que, ao longo da sua existência, tem vindo a ganhar dimensão, constituindo hoje uma plataforma incontornável no contexto das relações económicas entre os países membros, por estimular e aprofundar, não só o pilar da cooperação bilateral, mas também, por permitir a troca de experiências e sinergias que se enquadram de forma tão singular no âmbito da cooperação sul-sul.» Por sua vez, o ministro do Turismo, Indústria e Energia de Cabo Verde, Humberto Santos de Brito, salientou que «o governo caboverdiano vem investindo no desenvolvimento do Fórum Macau, considerando-o um mecanismo inovador de promoção da cooperação económica e empresarial, complementar às já excelentes relações bilaterais com a República Popular da China, mas também com potencial para elevar os patamares de parceria diversificada entre os países membros e em coerência com as ambições e planos constantes dos seus planos de acção trienais. Por fim, o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Oldemiro Baloi, fez um balanço sobre os passados 10 anos do Fórum, indicando que «no decurso da última década, Moçambique tem vindo a beneficiar de bolsas de estudo em Macau e na China, especialmente para cursos de qualificação dos seus quadros, em áreas cruciais para o desenvolvimento do país, tais como saúde, agricultura, turismo e educação. «Com efeito, a formação dos moçambicanos em Macau e na China tem contribuido decisivamente para a melhoria da qualidade dos recursos humanos nacionais, condição indispensável para um desempenho mais efectivo no desenvolvimento económico sustentável do país e no progresso social do nosso povo.»
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Cerimónia de abertura do “Fórum Macau”e do 10.〫aniversário do seu estabelecimento
A 4.ª Conferência Ministerial e a cerimónia do 10.º aniversário do estabelecimento do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (adiante designado por "Fórum Macau") realizou-se, hoje (dia 5), na Nave Desportiva dos Jogos da Ásia Oriental de Macau, na qual esteve presente o Vice-primeiro-ministro do Conselho de Estado, Wang Yang assim como vários dirigentes dos Países de Língua Portuguesa. O Ministro de Comércio, Gao Hucheng, que presidiu à Cerimónia de Abertura, referiu que desde o estabelecimento do "Fórum Macau" em 2003, foram criados, sucessivamente, três programas de acção, o que permitiu ao Fórum tornar-se numa plataforma importante no aprofundamento da cooperação, com benefícios mútuos, entre a China e os Países de Língua Portuguesa, e num impulsionador do desenvolvimento económico conjunto. O tema desta edição do "Fórum Macau": "Novo ciclo, novas oportunidades", pretende elevar a cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa para um novo patamar. Wang Yang, Vice-primeiro-ministro do Conselho de Estado, afirmou no seu discurso que desde o estabelecimento do "Fórum Macau" a cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa tem sido continuamente aprofundada o que permitiu à China e aos Países de Língua Portuguesa conseguirem construir parcerias de desenvolvimento conjunto e benefícios mútuos. Wang Yang salientou, ainda, que com base numa visão a longo prazo e através de medidas pragmáticas, elevar-se-á a cooperação entre a China e os Países de Língua Portuguesa a novos âmbitos, novas áreas e a um nível mais elevado. O Vice-primeiro-ministro anunciou, igualmente, oito novas medidas de apoio do Governo da China ao desenvolvimento dos Países de Língua Portuguesa nos próximos três anos. O Primeiro-ministro de Guiné-Bissau, Rui Duarte Barros, o Vice-presidente do Brasil, Michel Temer, o Vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas, o Vice-primeiro-ministro de Timor-Leste, Fernando de Araújo, o Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola, Rui Mangueira, o Ministro do Turismo, Indústria e Energia de Cabo Verde, Humberto Santos de Brito, o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Oldemiro Baloi, também intervieram na cerimónia de abertura. Na cerimónia inaugural, estiveram presentes cerca de 980 pessoas, incluindo membros do Governo da RAEM e representantes do Governo Popular Central da China, de Países de Língua Portuguesa, do Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado, do Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, membros do Conselho Executivo, deputados da Assembleia Legislativa de Macau, representantes das associações comerciais e empresários, entre outros.
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3 Empresas concorreram ao concurso público do Reordenamento do talude no periférico da Escola Superior das Forças de Segurança de Coloane
Considerando que alguma parte do talude no periférico da Escola Superior das Forças de Segurança de Coloane fica forte inclinada e devido à corrosão atmosférica pelo vento e pela chuva, causou uma perda de solos na superfície da terra, agravando assim a estabilidade do talude remanescente, por isso, urge-se então a necessidade de reordenar e estabilizar o talude em causa, de modo a garantir o bom estado do talude. Nesta óptica, veio a DSSOPT realizar hoje (dia 5 de Novembro) o acto público de abertura das propostas para arrematação do reordenamento do talude no periférico da Escola Superior das Forças de Segurança de Coloane, que contou com a participação de 3 empresas. Segundo as estimativas, a obra poderá ter início em finais do corrente ano. Dentre estes 3 concorrentes, 1 concorrente foi admitido condicionalmente, sujeito à entrega do documento em falta e os 2 concorrentes foram admitidos. O preço proposto variou entre cerca de MOP $5.500.000,00 e MOP $9.600.000,00, sendo o prazo de execução mais longo de 300 dias. O talude encontra-se localizado no periférico da Escola Superior das Forças de Segurança de Coloane, ocupa uma área cerca de 3.500m2. Tendo em conta alguma parte do talude fica forte inclinada e devido à corrosão atmosférica pelo vento e pela chuva, causou uma perda de solos na superfície da terra, agravando assim a estabilidade do talude remanescente. A presente obra compreende, sobretudo, a estabilização do talude por meio do prego de ancoragem e da viga em aço, a instalação do sistema de drenagem na superfície do talude, bem como a arborização. Segundo as estimativas, a obra poderá proporcionar cerca de 50 postos de trabalho, compreendendo trabalhadores de escavação, betonagem, ferro, cimento e arborização. Os taludes serão reparados com a máxima urgência por causa da chuva intensa
No que toca ao reordenamento do talude, além de estabilizar o talude em termos de engenharia, a DSSOPT irá introduzir mais arborização na superfície do talude, a fim de evitar a perda de solos e articular com a paisagem natural. Por outro lado, devido às chuvas intensas ocorridas ultimamente, em que causaram vários desabamentos dos mais de 10 taludes nas imediações de Coloane e Hác-Sá, a DSSOPT enviou imediato o pessoal ao local para acompanhar o caso e limpar a areia, depois de avaliar a situação de taludes, foi elaborado o projecto de reparação e estabilização. Esta obra poderá ter início em finais do corrente mês ou em princípios do próximo mês. Reordenamento do talude no periférico da Escola Superior das Forças de Segurança de Coloane
Abertura das propostas do concurso público
(* vide em anexo)
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Wang Yang anuncia oito novas medidas de apoio ao desenvolvimento dos países lusófonos
A cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa está cada vez mais madura e, no futuro, será ainda mais forte e alargada em termos de Comércio e de uma cooperação multilateral mais diversificada, sublinhou o vice-primeiro-ministro do Conselho de Estado, Wang Yang, hoje (5 de Novembro), no discurso da cerimónia de abertura da 4.ª Conferência Ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau), também designado como Fórum Macau. Na mesma ocasião, Wang Yang, anunciou oito novas disposições do plano de acção para execução entre 2014 a 2016: I. O governo da China continuará a conceder empréstimos em condições favoráveis, no valor de 1800 milhões de RMB, aos países lusófonos, destinados, principalmente, à construção de infra-estruturas e projectos de desenvolvimento de unidades de produção, para apoio ao desenvolvimento económico e social países africanos e asiáticos, membros do Fórum Macau, II. O governo da China deseja partilhar a sua experiência adquirida e bem sucedida no implemento de Zonas Económicas Especiais e Zonas de Desenvolvimento, incentivando as empresas chinesas, com base nos princípios de decisões próprias de operacionalidade segundo as regras de mercado, para, em conjunto com os Países de Língua Portuguesa interessados, promover o implemento de Zonas de Cooperação Económica e Comercial nesses países. III. O governo da China irá apoiar cada país da África e da Ásia participante no Fórum de Macau na construção de infra-estruturas destinadas ao ensino e formação, assim como doação de equipamentos de rádio, televisão e telecomunicação, e ainda um projecto de energia solar para iluminação pública. IV. O governo da China, na base de melhor desempenho das vantagens dos países participantes no Fórum de Macau, deseja intensificar a cooperação e o intercâmbio com os Países de Língua Portuguesa na área de desenvolvimento de recursos humanos. A China irá convidar duas mil pessoas dos países participantes da África e da Ásia no Fórum de Macau, incluindo trabalhadores estudantes de pós-graduação em projectos de formação. A China, de acordo com as necessidades reais dos Países de Língua Portuguesa, vai promover acções de formação nos Países de Língua Portuguesa, através de desempenhar activamente o papel de Macau como plataforma. V. O Governo da China irá oferecer 1800 quotas de bolsas de estudo aos Governos dos Países de Língua Portuguesa Participantes do Fórum de Macau, no sentido de incentivar e apoiar o intercâmbio de estudantes entre os Países de Língua Portuguesa e a China. VI. O Governo da China irá continuar a desenvolver o intercâmbio e a cooperação com os Países de Língua Portuguesa, na área de saúde e medicina, com o destacamento no próximo triénio, de 210 médicos aos Países Participantes da África e da Ásia no Fórum de Macau. VII. Pretende-se utilizar a plataforma de Macau como ponto de partilha de informação, no intuito de criar uma plataforma em Macau para promover o intercâmbio de bilingues qualificados e promover a cooperação empresarial em vários domínios. VIII. Perseguindo o objectivo de promoção da cooperação e o desenvolvimento comum dos Países Participantes no Fórum de Macau, e respeitando as vontades dos Países Participantes no Fórum de Macau, o Governo da China irá dar prioridades aos sectores de educação e formação, agricultura, protecção ambiental, novas energias para estudar a cooperação trilateral entre a China e os Países de Língua Portuguesa, a fim de promover em conjunto o desenvolvimento económico dos Países Participantes no Fórum de Macau.
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Instituto Cultural organiza participação de entidades locais na Exposição Internacional das Indústrias Culturais e Criativas da China
De modo a reforçar o intercâmbio e cooperação entre Macau e Pequim, o Instituto Cultural (IC) está a organizar a participação de entidades culturais e criativas de Macau na 8.ª Exposição Internacional de Pequim das Indústrias Culturais e Criativas da China 2013 (ICCIE), a ter lugar de 7 a 10 de Novembro no Centro Internacional de Exposições da China. O Pavilhão de Macau será instalado no recinto da exposição para dar a conhecer e comercializar os produtos criativos locais. A 8ª ICCIE tem como tema o "desenvolvimento conjunto da tecnologia e da cultura", tendo como objectivo atrair produtos tecnológicos de ponta e conteúdos culturais e criativos, tanto nacionais como internacionais, através de exposições e apresentações, espectáculos e eventos criativos, bem como apresentações e transacções a nível comercial, fóruns e cimeiras, entre outras actividades. A ICCIE pretende ainda tornar-se numa plataforma relevante de troca de informações, transacções comerciais e cooperação a nível de projectos. O objectivo a longo prazo é criar um campo mais alargado para a expansão comercial, industrial e internacional dos produtos culturais e criativos, transformando assim a ICCIE num pólo global desta indústria, combinando criatividade, tecnologia e cultura. O Pavilhão de Macau, com uma área de 243m2, será instalado no Zona de Exposições das Indústrias Culturais e Criativas. O tema e o design seguem a mesma linha do Pavilhão apresentado na Feira Internacional das Indústrias Culturais da China, realizada em Shenzhen, em Maio de 2013. O objectivo é dar a conhecer ao público de Pequim o Património Mundial de Macau bem como introduzir alguns produtos temáticos. O Pavilhão, com 5 metros de altura, utiliza um design em 3D, cores brilhantes, o Património e elementos culturais e criativos para apresentar a RAEM como uma cidade vibrante e com grande diversidade cultural. Para além de apresentar o contexto histórico e as características dos sítios Patrimoniais de Macau, o Pavilhão também servirá para promover produtos e marcas criativas locais, contribuindo assim para fomentar o desenvolvimento desta indústria e impulsioná-la para o exterior. Entre os expositores contam-se: Art House Souvenir Shop, Associação Promotora para as Indústrias Criativas na Freguesia de São Lázaro, Lines Lab, Macau Creations, Macao Daily News, Associação dos Embaixadores do Património de Macau, MOD Design Store, Ribs Clothing Limited, San Seng Fung e Soda Panda Product Design.
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O FSS lembra os empregadores que devem pagar as contribuições dos seus trabalhadores eventuais dentro do prazo fixado
O Fundo de Segurança Social (FSS) lembra os empregadores que devem pagar, dentro do prazo fixado, as contribuições para os trabalhadores eventuais, sendo que o pagamento fora do prazo é feito acrescido de juros de mora e até com a penalização de multa.
Em Macau, caso os empregadores tenham contratado trabalhadores eventuais (isto é, contratar trabalhadores locais para prestarem serviços por contrato de trabalho a termo), o pagamento das contribuições é feito durante o mês seguinte àquele a que dizem respeito. Como por exemplo: o trabalhador presta serviços em Outubro, assim, o pagamento de contribuições dele é feito dentro de Novembro.
Por Despacho do Chefe do Executivo, as contribuições dos trabalhadores eventuais são determinadas da seguinte forma: Vide em anexo No que diz respeito aos empregadores que paguem as contribuições de trabalhadores eventuais fora do prazo fixado, o pagamento retroactivo deve ser feito, dentro de 60 dias após o prazo legal de pagamento, com os juros de mora da taxa de 3% por mês ou fracção em que se verifique o atraso no pagamento, calculados sobre o montante global das contribuições em dívida, entretanto, o montante mínimo é de 50 patacas; caso ainda não for pago após 60 dias, além de juros de mora, é punido com a multa mínima de 500 patacas até a metade do valor das contribuições em dívida.
Para além disso, se o trabalhador contratado nunca esteve inscrito no FSS como o beneficiário, o empregador também precisa de efectuar a inscrição para ele, sob pena de ser punido com multa de 200 patacas a 1,000 patacas por cada trabalhador em relação ao qual se verifique a infracção.
Para mais informações sobre o pagamento de contribuições de trabalhadores eventuais, os cidadãos podem contactar o FSS por via telefónica 28532850 ou visitar a página electrónica do FSS: www.fss.gov.mo.
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Estatísticas Monetárias e Financeiras Setembro 2013
De acordo com as estatísticas publicadas hoje pela AMCM, relativamente ao mês anterior, o agregado monetário continuou a subir. Devido o total dos depósitos cresceu mais adiante do que os empréstimos, o rácio empréstimos/depósitos bancários registou um decrescimento. Massa Monetária
A subida de 0,9% na circulação monetária, e a descida de 2,7% nos depósitos à ordem, conduziram que o agregado monetário M1 decresceu 2,2% relativamente ao mês anterior. As responsabilidades quase monetárias aumentaram 2,3%. A soma destes dois elementos, ou seja, M2, cresceu de 1,7% relativamente ao mês anterior, atingindo MOP426,6 mil milhões. Relativamente aos "pesos" verificados em Setembro de 2012, a variação homóloga do M1 e M2 registou acréscimos de 33,7% e 22,5%, respectivamente. Em relação à estrutura por moedas do agregado monetário M2, a pataca registou um "peso" de 24,3%, diminuiu 0,3 pp em relação ao Agosto de 2013 e em Setembro de 2012, por outro lado, o HKD registou um "peso" maior de 53,4%, cresceu 0,5 pp em relação ao Agosto de 2013 e decresceu 2,7 pp em relação ao Setembro de 2012. Depósitos
Os depósitos de residentes cresceram de 1,8% relativamente ao mês anterior, atingindo MOP417,9 mil milhões. Os depósitos em MOP, em HKD e em Outras Moedas (com a excepção do HKD) aumentaram 0,4%, 2,7% e 0,9%, respectivamente. Os depósitos de não residentes cresceram 8,2% atingindo MOP174,1 mil milhões. Os depósitos do sector público da actividade bancária de Macau ascenderam de 3,3%, equivale a MOP63,9 mil milhões. O total dos depósitos da actividade bancária registou um crescimento de 3,5%, atingindo MOP656,0 mil milhões comparativamente ao mês anterior. A proporção da MOP e HKD nos depósitos em total foi de 19,5% e 44,7%, respectivamente. Empréstimos Os empréstimos internos ao sector privado aumentaram 1,0%, atingindo MOP243,3 mil milhões, enquanto que MOP77,9 mil milhões eram denominados em MOP e em HKD registaram MOP142,1 mil milhões, "os pesos" alcançandos 32,0% e 58,4%, respectivamente. Na análise no terceiro trimestre de 2013 com o trimestre anterior, no crédito pelo uso económico, os empréstimos bancários aumentaram 12,9%, 8,7% e 7,8% em "Comércio por Grosso e a Retalho", "Construção e Obras Públicas" e "Exposição e Conferência". O sector em "Electricidade, Gás e Água" e "Agricultura e Pescas" registaram decrescimento de 6,2% e 2,0%, respectivamente. Os empréstimos ao exterior cresceram 0,7%, atingindo MOP268,9 mil milhões comparativamente ao mês anterior, entretanto, os "pesos" denominados em MOP e em HKD registaram 1,3% ou seja, 3,6 mil milhões e 22,6%, ou 60,9 mil milhões. Rácio Empréstimos/Depósitos O rácio empréstimos/depósitos de residentes decresceu 0,5 pp, atingindo 50,5% relativamente ao mês anterior, o volume que incluiu o rácio empréstimos/depósitos de não residentes decresceu 2,1 pp, atingindo 78,1%.
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Wang Yang em Macau para 4ª Conferência Ministerial do Fórum para a Cooperacao Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa
O vice-primeiro-ministro do Conselho de Estado, Wang Yang, chegou, hoje (4 de Novembro) à Região Administrativa Especial para assistir à 4ª Conferência Ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau). O Chefe do Executivo, Chui Sai On, recebeu o ilustre dirigente no aeroporto. Wang Yang chegou ao aeroporto internacional do território às 12h30. Mais tarde, recebeu o Chefe do Executivo, Chui Sai On, em Xin Zhu Yuan, e, ao fim de tarde, teve um encontro com o vice-presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Edmund Ho, na Nave Desportiva dos Jogos da Ásia Oriental de Macau. No mesmo local, a delegação da China teve encontros com as congéneres dos países lusófonos ao Fórum, respectivamente da Guiné-Bissau, de Portugal, Timor-Leste e do Brasil, que foram acompanhados pelo Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). E, ao início da noite (19h00) decorreu o jantar oficial de boas-vindas aos participantes da IV Conferência Ministerial, oferecido pelo Ministério do Comércio e o governo da RAEM, em que estiveram presentes, entre outras, as seguintes individualidades: vice-primeiro-ministro do Conselho de Estado, Wang Yang, vice-presidente da CCPPC, Edmund Ho, Chefe do Executivo, Chui Sai On, ministro do Comércio, Gao Hucheng, director do Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, Bai Zhijian e dirigentes dos países lusófonos. No discurso de boas-vindas, Gao Hucheng sublinhou as relações de cooperação frutuosas alcançadas aos mais diversos níveis, desde o estabelecimento do Fórum, sob os princípios de benefícios multilaterais e complementaridade, e que, no futuro, a importante plataforma do Fórum entre a China e os Países de Língua Portuguesa continuará a ser aproveitada, desenvolvendo as vantagens de cada país para explorar formas práticas de cooperação em domínios mais abrangentes e a níveis mais alargados e profundos. Gao Hucheng elogiou o empenho e dedicação do governo e todos os sectores da RAEM que, com as suas vantagens próprias em termos geográficos, culturais e comerciais, representam um contributo insubstituível para o Fórum entre a China e os Países de Língua Portuguesa. O Chefe do Executivo da RAEM, Chui Sai On, por sua vez, relembrou que ao longo dos últimos dez anos, desde a primeira edição da Conferência Ministerial do Fórum em 2003, graças ao forte apoio do Governo Central e à colaboração conjunta e empenhada dos países membros, a cooperação económica, comercial e multilateral, no âmbito do Fórum, tem registado um progresso muito encorajador, com projectos em constante desenvolvimento e aprofundamento nas mais diversas áreas. O Fórum, enquanto mecanismo eficaz de cooperação e plataforma de serviços de excelência, continuará a desempenhar um papel significativo na promoção da cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, sublinhou o mesmo responsável. Chui Sai On adiantou que o Governo da RAEM, enquanto entidade organizadora da 4.ª Conferência Ministerial do Fórum, sente-se particularmente honrado pelo facto de tal representar, não só um sinal de forte apoio e confiança do Governo Central, mas também o reconhecimento, pelos países lusófonos, do papel de Macau como plataforma de serviços para a cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa. O dirigente máximo da RAEM aproveitou ainda a ocasião para manifestar os mais sinceros agradecimentos ao Ministério do Comércio pelo forte apoio e atenção ao longo dos 10 anos da existência do Fórum.
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